The Fun Theory Cliente: Wolkswagen Suécia Agência: DDB Estocolmo
Criada para promover a Bluemotion Technologie, recurso dos carros VW que permite menos impacto ambiental sem tirar o prazer de dirigir, a campanha criou uma série de ações em cima da Fun Theory, que diz que qualquer coisa funciona melhor quando é divertida.
Três experiências foram criadas pela agência para defender a teoria, os vídeos se espalharam rapidamente e em seguida foi lançado um concurso que recebia idéias de aplicação da Fun Theory à problemas cotidianos.
O vídeo do Case mostra os objetivos do cliente, a solução que a agência projetou e os resultados:
Chalkbot Cliente: Nike e Livestrong Foundation Agência: Wieden+Kennedy
O Tour de France é a mais importante prova de ciclismo do mundo. É uma tradição que as pessoas que moram próximos às estradas por onde a prova passa deixem mensagem de incentivo aos atletas escritas nas ruas.
A Nike e a Livestrong Foundation, uma fundação de apoio a pessoas que sofrem de câncer, construiram uma máquina que imprime nas ruas do Tour de France mensagens recebidas por SMS, Twitter e outros meios online.
O vídeo mostra a máquina em ação e fala um pouco sobre os objetivos e resultados da campanha:
Algumas características da duas premiadas:
Não se limitam a web
Envolvem vários meios de comunicação ao mesmo tempo
No caso da Nike até cria seu próprio meio
Usam o site como hub para todas eles
Criam experiências reais, tangíveis, mas ampliadas pela relação com o digital
Conquistam envolvimento do público
Não são baseadas em compra de mídia
Tem como resultado a divulgação espontânea em meios de massa
Trabalham mais com o conceito de “invenção” do que com o de “tecnologia” – são quase um DIY
Não tem foco no produto – e sim em uma causa.
Dão espaço para a criação do público – no caso da Nike, se baseia nisso
São campanhas conscientes de seus objetivos, com idéias e estratégias alinhadas e eles, e que deram muito certo.
Ele está atualmente na sua primeira fase, que consiste em coletar e eleger questões a respeito do universo publicitário. Essas questões serão respondidas por pessoas do meio, em depoimentos gravados em festivais como o Cannes Lions. Para coletar e eleger as questões está sendo muito bem empregado o novo recurso do moderator no youtube. Uma ótima solução. Participe!
Estou curioso para ver como os produtores (steve ePonto e colmeia) vão sustentar o modelo de participação nas próximas etapas do projeto: roteiro, captação, edição… alguns bons exemplos podem ser vistos no opensourcecinema.org.
Fablab é a abreviação para Laboratório de Fabricação. É uma oficina com quatro modernas máquinas de prototipagem digital:
a laser cutter that makes 2D and 3D structures
a sign cutter that plots in copper to make antennas and flex circuits
a high-resolution milling machine that makes circuit boards and precision parts
a suite of electronic components and programming tools for low-cost, high-speed microcontrollers.
Proporcionando fácil acesso a essas máquinas, o FabLab permite que pessoas produzam suas peças e máquinas a baixo custo, incentivando a inovação em sua cidade.
O Documentário a seguir apresenta o FabLab a partir de depoimentos de seus fundadores e usuários:
No vídeo Phil Torrone da MAKE e Limor Friend da Adafruit apresentam 13 empresas que faturam mais de US$1 milhão por ano com Open Hardware, a maior parte acima dos US$5 M.
Linus Torvalds fala sobre como o Open Source, diferente do design tradicional, permite que um projeto evolua em complexidade:
I think the real issue about adoption of open source is that nobody can really ever “design” a complex system. That’s simply not how things work: people aren’t that smart – nobody is. And what open source allows is to not actually “design” things, but let them evolve, through lots of different pressures in the market, and having the end result just continually improve.
(…)
And that’s exactly the same issue with open source vs proprietary products. The proprietary people can design something that is smart, but it eventually becomes too complicated for a single entity (even a large company) to really understand and drive, and the company politics and the goals of that company will always limit it.
In contrast, open source works well in a complex environment. Maybe nobody at all understands the big picture, but evolution doesn’t require global understanding, it just requires small local improvements and a open market (”survival of the fittest”).
O One Laptop Per Child divulgou que seu projeto de tablet será realmente produzido e deverá se tornar realidade em 2011.
A tablet será produzida pela Marvell, e usará o sitema operacional Android, escolha óbvia por ser um sistema open source que vai permitir total adequação ao hardware e à proposta de uso. Isso deve ser mais um fator de impulso para o Android, aumentando seu market share e o desenvolvimento de apps educacionais e infantis. E imagino que o Google deva apoiar a escolha dando algum suporte ao projeto OLPC.
Detalhe do vídeo: O projeto é tão cool, que além de ser uma tablet mais fina que o iPad, ainda faz referência ao Where the Wild Things Are e o Fantastic Mr. Fox, super atual. Como já aconteceu com os outros modelos, este com certeza vai despertar o desejo de consumo de muita gente, mesmo tendo sido projetado para uso educacional e para ser vendido somente a governos.