Três forças da Cauda Longa (Sobre “A Cauda Longa” de Chris Anderson - 4 de 4)
Democratização das ferramentas de produção
O principal exemplo é o Compudor pessoal, que deu a milhões a capacidade de produção antes restrita a uma elite minúscula. O resultado é que a quantidade de conteúdo disponível hoje está crescendo mais rápido do que em nenhuma outra época. Essa é a força que aumenta o tamanho da cauda. Espichando-a para a direita.

Desdobramentos: Produção colaborativa, economia da reputação, auto-editoração, arquitetura da participação
Democratização das ferramentas de distribuição
O PC transformou todos em produtores, mas foi a Internet que nos converteu em distribuidores. O custo da distribuição via internet é absurdamente menor do que o que se gastava com aviões, caminhões, depósitos e pratelerias. Mesmo para bens físicos a Internet diminuiu o custo para alcançar o consumidor. isso aumenta efetivamente a liquidez no mercado da Cauda, o que se traduz em mais consumo, elevando o nível da linha de vendas e ampliando a área sob a curva.

Desdobramentos: Agregadores, custo de distribuição de bens digitais x materiais, estoque sobre encomenda, eliminação dos estoques
Ligação entre oferta e demanda
Os consumidores precisam ser apresentados aos bens de nicho agora disponíveis. Esse trabalho pode ser realizado por ferramentas de busca, recomendações identificadas por softwares inteligentes ou propaganda boca a boca através de blogs e resenhas de clientes. Tudo isso diminui o “custo de busca” para encontrar algo que satisfaça o interesse específco do cliente. O resultado é o deslocamento dos negócios da área de hits para a dos nichos.

Desdobramentos: novos formadores de preferência, inteligência coletiva, regras de filtragem, quantidade x qualidade x gosto.