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	<title>Narrowcast &#187; design</title>
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		<title>Projetando sistemas de avaliação e reputação</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/06/22/projetando-sistemas-de-avaliacao-e-reputacao/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 20:56:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
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		<description><![CDATA[Sistemas de avaliação de produtos e reputação de pessoas são essenciais em sites participativos e qualquer tipo de mídia social. Em meio a tanta opção, queremos saber rapidamente o que realmente vale a pena e em quem podemos confiar, ou então ficaríamos infinitamente perdido entre conteúdos irrelevantes.
O pessoal do Box and Arrows publicou um artigo bastante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sistemas de avaliação de produtos e reputação de pessoas são essenciais em sites participativos e qualquer tipo de mídia social. Em meio a tanta opção, queremos saber rapidamente o que realmente vale a pena e em quem podemos confiar, ou então ficaríamos infinitamente perdido entre conteúdos irrelevantes.</p>
<p>O pessoal do Box and Arrows publicou um <a href="http://boxesandarrows.com/view/on-a-scale-of-1-to-5">artigo bastante esclarecedor</a> sobre como projetar um sistema de avaliação decente. Eles partem do ponto de vista de que as avaliações e reputações são um sistem de gestão de riscos, sobretudo risco de fazer a escolha errada. Uma analogia um pouco restrita ao modelo &#8220;mercadológico&#8221; de pensar, mas que com um pouco de imaginação nos ajuda a entender como fazer o design dessas ferramenteas seja qual for a aplicação. </p>
<p>Eles indicam indicam três questões básicas para guiar o design: </p>
<p><strong>1 Quem está avaliando?</strong><br />
Não adianta em muita coisa ver que o filme recebeu 5 estrelas, se as pessoas que o avaliaram tem um gosto diferente do seu. Para a avaliação ser relevante, é preciso deixar claro quem achou o quê sobre o produto avaliado, como faz a amazon ao usar o nome real das pessoas, e melhor ainda é dar prioridade a avaliações de pessoas que tem um gosto parecido com o seu, como faz a Netflix.</p>
<p><strong>2 O que está sendo avaliado?</strong><br />
É preciso deixar bem claro o que está sendo avaliado, para que as notas realmente reflitam a opinião das pessoas. No caso de uma loja por exemplo, ao se deparar com uma nota dada a um produto, é preciso saber se a nota avalia a qualidade do produto em si, seu preço, ou o prazo de entrega. De preferência, é interessante permitir que os usuário avaliem cada critério separadamente, e a média deles construa uma avaliação geral.</p>
<p><strong>3 Que comportamento está sendo encorajado?</strong><br />
É preciso entender que em um sistema de reputação estamos obrigatóriamente estimulando alguns tipos de comportamento &#8211; aqueles que fazem sua reputação subir, e desestimulando outros &#8211; aqueles que a fazem cair. Depois de tomarmos consciência desse fato, podemos passar a usá-lo para conduzir a comunidade na construção de um ambiente melhor para todos. Algumas forma de fazer isso são: </p>
<ul>
<li>Liste os comportamentos que quer encorajar e desencorajar, e crie avaliações para cada um deles</li>
<li>Seja tranparente ao mostrar como a reputação de cada usuário está sendo construída</li>
<li>Mantenha o sistema de reputação flexível, para evitar manpulação</li>
<li>Reflita a realidade, ou o modelo mental do público que está atingindo</li>
</ul>
<p>via <a href="http://bokardo.com/archives/5-ways-to-improve-reputation-systems/">Bokardo</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Ferramentas de Inteligência Coletiva (Sobre “O Conhecimento em Rede”, de M. Cavalcanti e C. Nepomuceno &#8211; 3 de 3)</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/05/07/ferramentas-de-inteligencia-coletiva/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2008/05/07/ferramentas-de-inteligencia-coletiva/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 15:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O sucesso da implantação de um projeto de Inteligência coletiva depende, e muito, da criação ou escolha correta da ferramenta que servirá de suporte para ela.
Seja a comunidade em rede articulada ou desarticulada, consciente ou inconsciente, a ferramenta de suporte para ela precisa apresentar um pré-requisito fundamental: toda a sua criação e seu desenvolvimento deve ser voltado à comunicação horizontal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso da implantação de um projeto de Inteligência coletiva depende, e muito, da criação ou escolha correta da ferramenta que servirá de suporte para ela.</p>
<p>Seja a comunidade em rede articulada ou desarticulada, consciente ou inconsciente, a ferramenta de suporte para ela precisa apresentar um pré-requisito fundamental: toda a sua criação e seu desenvolvimento deve ser voltado à comunicação horizontal, de muitos para muitos e em rede. Desde a sua origem até a sua manutenção precisam ser guiadas por este conceito.</p>
<p>Sites alinhados a este conceito de comunicação estão definindo tendências para as ferramentas de inteligência coletiva a medida em que se desenvolvem. A tabela a seguir compara características de sites baseadas no modelo um-para-muitos com sites que adotam o conceito muitos-para-muitos: </p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="4" width="100%" bordercolor="#999999">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Sites um-para-muitos</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Sites muitos-para-muitos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>
<ul>
<li>Gestor de conteúdo</li>
<li>Conteúdo sem interação</li>
<li>Informações sem medição de relevância</li>
<li>Usuários leitores</li>
<li>Relacionamento Instituição &gt; Usuário</li>
<li>Usuário Invisível</li>
</ul>
</td>
<td>
<ul>
<li>Animador de comunidade</li>
<li>Conteúdo interativo</li>
<li>Informações com medição de relevência, a partir do rastro</li>
<li>Usuários leitores/redatores</li>
<li>Relacionamento Usuário &lt; &gt; Usuário</li>
<li>Usuário visível</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p>Os autores descrevem os <strong>cinco ambientes</strong> que formam uma ferramenta de Inteligência Coletiva:</p>
<p><strong>Ambiente do Usuário<br />
</strong>Cada usuário deve ter o seu espaço individual, que é o ponto de partida para toda atividade realizada por ele na rede. Ali ele estabelece sua identidade à medida em que disponibiliza informações que considera relevante. Deve estar a disposição do usuário neste ambiente as ferramentas de publicação e interação que ele possa fazer uso. A ferramenta deve também permitir uma articulação entre este espaço e o espaço das comunidades que o usuário aderiu. </p>
<p><strong>Ambiente de Comunidade</strong><br />
Deve permitir a publicação de conteúdo próprio da comunidade por seus membros, apresentando as ferramentas de publicação e interação adequadas. É importante que seja trabalhada também a Inteligência Coletiva Incosciente, através do aproveitamento do rastro das ações de cada usuário que passe por ali, e que estes dados sirvam para uma edição automática do conteúdo por relevência.</p>
<p><strong>Ambiente de Animação</strong><br />
Deve ser oferecido aqui instrumentos para que se analide o conjunto de contribuições realizadas e destaque aquelas capazes de gerar mais conhecimento ou ao menos fazer a comunidade avançar em seu funcionamento. Isso é fundamental para guiar a comunidade rumoa seus objetivos estratégicos e projeto geral. A animação pode ser realizada por uma pessoa, um grupo ou ainda pelo próprio software de maneira automatizada.</p>
<p><strong>Ambiente de Administração</strong><br />
Este ambiente deve oferecer instrumento para o acompanhamento e controle, atrvés de relatórios, de toda a atividade dos usuários e comunidades, e sistemas de avaliação do desempenho do projeto.</p>
<p><strong>Ambiente de Busca</strong><br />
É necessário a disponibilização de um mecanismo de busca por conteúdo, pessoas e comunidades. É interessante o uso de <em>folksonomia</em> (tags), o que permite que a própria comunidade, a medida em desenvolve o conteúdo estabeleca parâmentros para sua referenciação.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estruturas para a Inteligência Coletiva (Sobre “O Conhecimento em Rede”, de M. Cavalcanti e C. Nepomuceno &#8211; 2 de 3)</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/estruturas-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-%e2%80%9co-conhecimento-em-rede%e2%80%9d-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-2-de-3/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/estruturas-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-%e2%80%9co-conhecimento-em-rede%e2%80%9d-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-2-de-3/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 15:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Os autores identificam três formas de gerar Inteligência Coletiva em rede:


A Inteligência Coletiva Inconsciente: aquela em que o usuário contribui com alguma informação para o coletivo mesmo sem saber, pelo simples ato de navegar;


A Inteligência Coletiva Consciente: aquela em que o usuário contribui de maneira voluntária;


A Inteligência Coletiva Plena: aquela em que se consegue, num mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p goog_docs_charIndex="1150">Os autores identificam três formas de gerar Inteligência Coletiva em rede:</p>
<ul>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">A <strong>Inteligência Coletiva Inconsciente</strong>: aquela em que o usuário contribui com alguma informação para o coletivo mesmo sem saber, pelo simples ato de navegar;</p>
</li>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">A <strong>Inteligência Coletiva Consciente</strong>: aquela em que o usuário contribui de maneira voluntária;</p>
</li>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">A <strong>Inteligência Coletiva Plena</strong>: aquela em que se consegue, num mesmo ambiente, potencializar as duas formas anteriores.  </p>
</li>
</ul>
<p goog_docs_charIndex="1150">Uma divisão do trabalho é sugerida. Nela cabe a profissionais de tecnologia construir robos para coletar rastros que formam a Inteligência coletiva Inconsciente, enquanto aos profissionais de informação e comunicação cabe a tarefa de implantar e monitorar a Consciente, onde se lida basicamente com pessoas.</p>
<p goog_docs_charIndex="1150">Há ainda dois tipos principais de Redes de interação:</p>
<ul>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">As <strong>Redes Articuladas</strong>, em que há uma participação regular, voluntária, efetiva e consciente. ex.: Wikipedia;</p>
</li>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">As <strong>Redes Desarticuladas</strong>, em que há uma participação irregular, involuntária, pouco efetiva e inconsiente. ex.: Blogosfera.</p>
</li>
</ul>
<p goog_docs_charIndex="1150"> Esses formatos se combinam para estruturar os diversos tipos de comunidades que conhecemos. O design (projeto) de uma comunidade deve considerar qual a melhor estrutura de acordo com as pessoas envolvidas nela e os objetivos que se pretende alcançar. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Jonathan Harris fala sobre seu trabalho</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/07/12/jonathan-harris-fala-sobre-seu-trabalho/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2007/07/12/jonathan-harris-fala-sobre-seu-trabalho/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2007 17:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte participativa]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>
		<category><![CDATA[mashup]]></category>
		<category><![CDATA[mídia participativa]]></category>
		<category><![CDATA[net.art]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Jonathan Harris is a New York artist and storyteller working primarily on the Internet. His work involves the exploration and understanding of humans, on a global scale, through the artifacts they leave behind on the Web.&#8221; Edge.org
Ele é autor de trabalhos incríveis como Lovelines, We Feel Fine, Yahoo Time Capsule e Universe, entre varios outros. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=8,0,0,0" width="432" height="285" id="VE_Player" align="middle"><param name="movie" value="http://static.videoegg.com/ted/flash/loader.swf"><param NAME="FlashVars" VALUE="bgColor=FFFFFF&#038;file=http://static.videoegg.com/ted/movies/JONATHANHARRIS-2007_high.flv&#038;autoPlay=false&#038;fullscreenURL=http://static.videoegg.com/ted/flash/fullscreen.html&#038;forcePlay=false&#038;logo=&#038;allowFullscreen=true"><param name="quality" value="high"><param name="allowScriptAccess" value="always"><param name="bgcolor" value="#FFFFFF"><param name="scale" value="noscale"><param name="wmode" value="window"><embed src="http://static.videoegg.com/ted/flash/loader.swf" FlashVars="bgColor=FFFFFF&#038;file=http://static.videoegg.com/ted/movies/JONATHANHARRIS-2007_high.flv&#038;autoPlay=false&#038;fullscreenURL=http://static.videoegg.com/ted/flash/fullscreen.html&#038;forcePlay=false&#038;logo=&#038;allowFullscreen=true" quality="high" allowScriptAccess="always" bgcolor="#FFFFFF" scale="noscale" wmode="window" width="432" height="285" name="VE_Player" align="middle" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"></object></object></p>
<blockquote><p>&#8220;<a href="http://www.number27.org">Jonathan Harris</a> is a New York artist and storyteller working primarily on the Internet. His work involves the exploration and understanding of humans, on a global scale, through the artifacts they leave behind on the Web.&#8221; Edge.org</p></blockquote>
<p>Ele é autor de trabalhos incríveis como <a href="http://www.love-lines.com/">Lovelines</a>, <a href="http://www.wefeelfine.org/">We Feel Fine</a>, <a href="http://timecapsule.yahoo.com/">Yahoo Time Capsule</a> e <a href="http://universe.daylife.com/">Universe</a>, entre varios outros. É dos poucos que consegue aplicar conceitos de mídia participativa e inteligência coletiva à arte com bons resultados. Sua obra tem uma linha muito consistente com um ar de &#8220;antropologia moderna&#8221;, mas com um design de fazer inveja a qualquer projeto comercial. é visível a cada trabalho a evolução de qualidade no projeto e execução dos sistemas e das intefaces.</p>
<p>É bacana de ver no <a href="http://www.ted.com/index.php/talks/view/id/144">vídeo</a> a consciência que ele tem sobre como a web inaugurou a possibilidade da expressão pesoal em larga escala, e do posicionamento de seu trabalho como plataforma que aproveita os vestígios que as pessoas deixam pela web para constituir discursos coletivos e estabelecer conexões entre pessoas e idéias.</p>
<p>via <a href="http://www.number27.org">information aesthetics</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>6 bilhões de outros &#8211; Individualidade e universalidade ao mesmo tempo agora</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/07/06/6-bilhoes-de-outros-individualidade-e-universalidade-ao-mesmo-tempo-agora/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2007/07/06/6-bilhoes-de-outros-individualidade-e-universalidade-ao-mesmo-tempo-agora/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2007 14:12:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte participativa]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[individuliadade]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
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		<description><![CDATA[6 Billion Others é um projeto em andamento idealizado por Yann Arthus-Bertrand em busca de criar um retrato sensível e humano dos habitantes desse planeta. No processo ele revela ao mesmo tempo a individualidade e a universalidade de cada pessoa.
O projeto é uma plataforma onde podemos assistir o cruzamento de depoimentos coletados em (até agora) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.6billionothers.org/index_en.php"><img src='http://www.narrowcast.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/07/6billionothers.jpg' alt='6 bilhoes' /></p>
<p>6 Billion Others</a> é um projeto em andamento idealizado por Yann Arthus-Bertrand em busca de criar um retrato sensível e humano dos habitantes desse planeta. No processo ele revela ao mesmo tempo a individualidade e a universalidade de cada pessoa.</p>
<p>O projeto é uma plataforma onde podemos assistir o cruzamento de depoimentos coletados em (até agora) 6000 entrevistas, realizadas em 65 países diferentes. As entrevistas são feitas a partir de um questionário único, que tenta coletar depoimentos sobre temas que estão presentes no cotidiano de toda a humanidade: Família, Alegria, Deus, Natureza, Sonhos, Medos, Lágrimas, Risadas, e outros&#8230; Até o ano que vem o projeto promete estar aberto para inclusão de novos depoimentos através da própria internet.</p>
<p>O que acho legal de ver aqui é como depoimentos íntimos, tão distintos entre si, quando colocados lado a lado podem construir uma visão de como o homem se comporta sobre esses temas. E como esse tipo de cruzamento de visões só pode ser feito hoje, com as tecnologias de informação e técnicas de design que desenvolvemos e que permitem cruzar e recombinar grandes volumes de informação de várias formas diferentes, atingindo novas interpretações. O que estamos assistindo é a construção de uma consciência de humanidade, de uma maneira que não podia existir em outros tempos.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Qualquer solução pode ser explicada visualmente em até 5 minutos</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/06/21/qualquer-solucao-pode-ser-explicada-visualmente-em-ate-5-minutos/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2007/06/21/qualquer-solucao-pode-ser-explicada-visualmente-em-ate-5-minutos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Jun 2007 15:52:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[mídia participativa]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.narrowcast.com.br/blog/?p=80</guid>
		<description><![CDATA[5min é um lugar onde se pode encontrar soluções para questões práticas em vídeos de até 5 minutos. É uma comunidade de aprendizado, onde pessoas trocam conhecimento sobre como resolver aqueles pequenos problemas da vida ou aprender coisas novas. A idéia é que todo mundo é especialista em alguma coisa, e pode ensinar outros a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.5min.com/">5min</a> é um lugar onde se pode encontrar soluções para questões práticas em vídeos de até 5 minutos. É uma comunidade de aprendizado, onde pessoas trocam conhecimento sobre como resolver aqueles pequenos problemas da vida ou aprender coisas novas. A idéia é que todo mundo é especialista em alguma coisa, e pode ensinar outros a fazer isso através de um videozinho.</p>
<p>O bacana é que é uma comunidade online sobre a vida real, hehehe, não é um bando de geeks falando sobre a última aquisação do google ou o novo lançamento da apple, são pessoas comuns falando sobre coisas do seu cotidiano do tipo <a href="http://www.5min.com/Video/How-to-score-a-free-beer-1945">como conseguir uma cerveja de graça</a>, <a href="http://www.5min.com/Video/Sex-Tips---Your-First-Time-2532">como se comportar na sua primeira vez</a>, <a href="http://www.5min.com/Video/Peel-an-egg-in-5-sec-1621">como descascar um ovo</a>, <a href="http://www.5min.com/Video/Give-your-cat-a-bath-3875">como dar banho em um gato</a>, <a href="http://www.5min.com/Video/Learn-how-to-change-a-diaper-1522">como trocar as fraldas do seu bebê</a>, etc&#8230;</p>
<p>Ele tem um recurso bacana que é o Smart Player. Além de ver o vídeo em fullscreen ele permite umas funções que facilitam o aprendizado: câmera lenta, quadro a quadro, zoom e um storyboard pra te dar uma visão dos principais pontos do vídeo. Ótimo exemplo de <strong>design de ambiente de aprendizado</strong>.</p>
<p>Esse vídeo aqui usa só um minuto e meio pra explicar o que é o 5min:<br />
<object classid='clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000' width='400px' height='325px' id='FiveminPlayer'><param name='allowfullscreen' value='true'/><param name='allowScriptAccess' value='always'/><param name='movie' value='http://www.5min.com/Players/5minEmbedPlayer.swf'/><param name='flashvars' value='vidUrl=http://fivemin.vo.llnwd.net/o15/25/2443.flv&#038;vidTitle=What is 5min?&#038;story=http://www.5min.com/Handlers/xmlStory.aspx?code=2443&#038;previewPic=http://www.5min.com/Video image preview/49/2443_2.jpg&#038;videoID=2443&#038;watchUrl=http://www.5min.com:80/Video/What-is-5min-2443'/><embed width='400px' height='325px' allowScriptAccess='always' flashvars='vidUrl=http://fivemin.vo.llnwd.net/o15/25/2443.flv&#038;vidTitle=What is 5min?&#038;story=http://www.5min.com/Handlers/xmlStory.aspx?code=2443&#038;previewPic=http://www.5min.com/Video image preview/49/2443_2.jpg&#038;videoID=2443&#038;http://www.5min.com:80/Video/What-is-5min-2443' allowfullscreen='true' name='FiveminPlayer' src='http://www.5min.com/Players/5minEmbedPlayer.swf' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer'></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O diretor de criação hoje</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/03/27/o-diretor-de-criacao-hoje/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2007 17:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[No Podcrer de hoje o Luli Radfahrer lista qualidades que o novo Diretor de Criação precisa ter:
- não ser um geek, ou ser um geek com inteface aberta para ususário comum
- saber formar cases e desenhar cenários (entender de planejamento estratégico);
- trabalhar com múltiplas mídias e saber como integrá-las;
- integrar o on-line com o off-line;
- [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No <a href="http://www.viuisso.com.br/2007/03/27/podcrer-5/">Podcrer</a> de hoje o <a href="http://dwd3.blogspot.com/">Luli Radfahrer</a> lista qualidades que o novo Diretor de Criação precisa ter:</p>
<p>- não ser um geek, ou ser um geek com inteface aberta para ususário comum<br />
- saber formar cases e desenhar cenários (entender de planejamento estratégico);<br />
- trabalhar com múltiplas mídias e saber como integrá-las;<br />
- integrar o on-line com o off-line;<br />
- conhecer a diferença entre viral e guerrilha;<br />
- compreender todos os pequenos elementos que compões a web2.0;<br />
- entender de games;<br />
- entender de arte é o básico.</p>
<p>Ele diz que esse profissional pode ser formado, mas pra isso é preciso acima de tudo quebrar preconceitos,<br />
se o cara do mundo da publicidade não entende o webdesigner, o webdesigner, fechado em flash, não entende o mundo do planejamento estratégico e etc, os dois precisam quebrar o preconceito antes de assumir esse papel.</p>
<p>É essencial estar atualizado, aprender continuamente, correr atrás de ser sempre <em>new media</em>. É preciso ter a percepção dessa mudança constante que está ocorrendo. E isso toma tempo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>browsers pervertidos</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/11/18/browsers-pervertidos/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Nov 2006 14:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>
		<category><![CDATA[net.art]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é de hoje que artistas e programadores querem ir além de digitalizar o que fazem offline e diponibilizar on-line. Isso que chamam de browser.art é uma forma de perverter a própria forma como vemos e navegamos a web.
Browser.art is not simply the acceptance of a tech *aesthetic* (like an ASCII picture would be), but [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é de hoje que artistas e programadores querem ir além de digitalizar o que fazem offline e diponibilizar on-line. Isso que chamam de browser.art é uma forma de perverter a própria forma como vemos e navegamos a web.</p>
<blockquote><p><em>Browser.art is not simply the acceptance of a tech *aesthetic* (like an ASCII picture would be), but a focus on technology itself as an object. It&#8217;s not quicktime (video, but redirected to the web) and it&#8217;s not realaudio (sound, but redirected to the web). In this mini-genre of net.art, the web itself is the object.</em></p></blockquote>
<p>Muitos deles estão preocupados em revelar o que está por trás (html), outros tentam isolar e re-ordenar os elementos da página, mas quase todos querem mesmo é confundir.</p>
<p>Browsers: <a target="_blank" href="http://potatoland.com/feed/">feed</a>  <a target="_blank" href="http://www.potatoland.org/shredder/">shredder</a> <a target="_blank" href="http://www.potatoland.org/shredder/" /><a target="_blank" href="http://www.potatoland.org/riot/">riot</a> <a target="_blank" href="http://www.potatoland.org/shredder/" /><a target="_blank" href="http://mlab.uiah.fi/meta-matic/">meta-matic</a> <a target="_blank" href="http://www.potatoland.org/shredder/" /><a target="_blank" href="http://www.asquare.org/project/net-tv/">net-tv</a> <a target="_blank" href="http://www.potatoland.org/shredder/" /><a target="_blank" href="http://www.esono.com/boris/projects/ambulator/">ambulator</a> <a target="_blank" href="http://runme.org/project/+ZNC/">ZNC</a><br />
Referências: <a target="_blank" href="http://runme.org/categories/+browser_art/">runme.org</a> <a target="_blank" href="http://rhizome.org/thread.rhiz?thread=43&#038;page=1#1040">rhizome.org</a> <a target="_blank" href="http://netart.org.uy/browser-art/">netart.org.uy</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conectivismo</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/11/02/conectivismo/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2006 00:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[conectivismo]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Metade do que é conhecido hoje não era conhecido há 10 anos atrás. A quantidade de conhecimento no mundo dobrou nos últimos 10 anos e está dobrando a cada 18 meses. Por isso, nossa habilidade em aprender aquilo   que precisamos para amanhã é mais importante do que aquilo que sabemos hoje.  &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Metade do que é conhecido hoje não era conhecido há 10 anos atrás. A quantidade de conhecimento no mundo dobrou nos últimos 10 anos e está dobrando a cada 18 meses. Por isso, nossa habilidade em aprender aquilo   que precisamos para amanhã é mais importante do que aquilo que sabemos hoje.  &#8211;   É a partir desta constatação que <a target="_blank" href="http://www.elearnspace.org/">George Siemens</a> propõe o Conetivismo como alternativa a teorias de aprendizagem anteriores ao impacto da Tecnologia da Informação</p>
<blockquote>
<p class="texto"><em>Princípios do   conectivismo:</em></p>
</blockquote>
<ul type="disc">
<ul>
<li>
<p class="texto"><em>Aprendizagem e conhecimento   apoiam-se na diversidade de opiniões.   </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>Aprendizagem é um processo   de conectar nós especializados ou fontes de informação. </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>Aprendizagem pode residir   em dispositivos não humanos.  </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>A capacidade de saber mais   é mais crítica do que aquilo que é conhecido atualmente. </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>É necessário cultivar e   manter conexões para facilitar a aprendizagem contínua.  </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>A habilidade de enxergar   conexões entre áreas, idéias e conceitos é uma habilidade fundamental. </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>Atualização (â€œcurrencyâ€ â€“ conhecimento acurado e em dia) é a intenção de   todas as atividades de aprendizagem conectivistas. </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>A tomada de decisão é, por si só, um processo de aprendizagem. Escolher o que aprender e o significado das informações que chegam é enxergar através das lentes de uma realidade em mudança. Apesar de haver uma resposta certa agora, ela pode ser errada amanhã devido a mudanças nas condições que cercam a informação e que afetam a decisão.</em></p>
</li>
</ul>
</ul>
<p>Leia o artigo > <a target="_blank" href="http://www.elearnspace.org/Articles/connectivism.htm">original </a>, <a target="_blank" href="http://www.webcompetencias.com/textos/conectivismo.htm">traduzido</a></p>
<p>E mais em <a target="_blank" href="http://www.connectivism.ca/">http://www.connectivism.ca/</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ciclo de Desenvolvimento da Aprendizagem</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/11/02/ciclo-de-desenvolvimento-da-aprendizagem/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2006 00:14:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[conectivismo]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>

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		<description><![CDATA[Unindo o Design da Aprendizagem e as Necessidades de Conhecimento Atuais &#8211; Nesse artigo George Siemens fala sobre como o Design Instrucional, preso ao modelo de cursos, ainda está a serviço apenas de uma pequena parte da totalidade da experiência de aprendizagem. No lugar do design da instrução, ele propõe o design da aprendizagem como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Unindo o Design da Aprendizagem e as Necessidades de Conhecimento Atuais &#8211; Nesse artigo <a target="_blank" href="http://www.elearnspace.org/">George Siemens</a> fala sobre como o Design Instrucional, preso ao modelo de cursos, ainda está a serviço apenas de uma pequena parte da totalidade da experiência de aprendizagem. No lugar do design da instrução, ele propõe o <strong>design da aprendizagem</strong> como uma descrição mais adequada.</p>
<blockquote><p><em>O design efetivo da aprendizagem deve reconhecer diferentes domínios de aprendizagem. Ao invés de cursos, os designers precisam ver a aprendizagem como uma atividade sem começo ou fim. Ao invés de programas, a aprendizagem precisa ser vista como uma atividade que ocorre dentro de uma ecologia. Criar redes e permitir que os aprendizes formem suas próprias conexões reflete melhor o modo como a aprendizagem funciona na vida real. O Ciclo de Desenvolvimento da Aprendizagem (CDA) é um modelo de design da aprendizagem para preencher a lacuna existente entre as abordagens de design e necessidades de conhecimento de aprendizes acadêmicos e corporativos.</em></p></blockquote>
<p>Leia o artigo > <a target="_blank" href="http://www.elearnspace.org/Articles/ldc.htm">original</a>, <a target="_blank" href="http://www.webcompetencias.com/textos/cda.htm">traduzido</a></p>
<p>Aqui ele disponibiliza uma apresentação sobre o assunto: <a target="_blank" href="http://www.elearnspace.org/media/connectivism_Web_2/player.html">Rethinking learning in a digital age</a></p>
]]></content:encoded>
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