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	<title>Narrowcast &#187; google.art</title>
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		<title>Exposição de Google Art no Rhizome.org</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/10/09/google-art-or-how-to-hack-google/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 13:50:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte participativa]]></category>
		<category><![CDATA[google.art]]></category>
		<category><![CDATA[net.art]]></category>
		<category><![CDATA[open source]]></category>

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		<description><![CDATA[Google Art, or How to Hack Google é uma exibição online de trabalhos rotulados como &#8220;Google Art&#8221;, com curadoria de Ana Otero para o Rhizome.org, que reune projetos que &#8220;iluminam e criticam a influencia dessa instituição&#8221; Reune vários projetos já descritos aqui, e alguns que ainda não conhecia. É interessante por apresentar uma arte que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rhizome.org/art/exhibition/googleshow/">Google Art, or How to Hack Google</a> é uma exibição online de trabalhos rotulados como &#8220;Google Art&#8221;, com curadoria de Ana Otero para o Rhizome.org, que reune projetos que &#8220;iluminam e criticam a influencia dessa instituição&#8221;</p>
<p>Reune vários projetos <a href="http://www.narrowcast.com.br/tags/googleart/">já descritos aqui</a>, e alguns que ainda não conhecia. É interessante por apresentar uma arte que é capaz de se apropriar de uma linguagem em ascenção de forma crítica. É lógico que tem trabalhos mais e menos interessantes, eles vão desde trocadilhos com o logo, até projetos altamente elaborados envolvendo o sistema de AdWords.</p>
<p>Destaques:</p>
<p><img src="http://www.par-don.com/piotr/google/nazilogo.jpg" alt="google" align="left"/>Em <a href="http://www.par-don.com/piotr/google/google.html">On occasion</a>, Piotr Parda subverte o logo do Google. Normalmente o logo recebe fantasisas para datas comemorativas como natal, dia das bruxas, aniversário do einstein, etc&#8230; Nesse caso ele apresenta temas como aquecimento global, aids, neo nazismo, klu klux klan e outros tão desagradáveis quanto. Sinceramente esse não entraria na minha lista por simplesmente não usar nada da linguagem da web como forma de expressão&#8230; o que o salva é que página que ele gera realmente funciona como busca.</p>
<p><img src="http://www.escoitar.org/loudblog/custom/templates/berio/banner.jpg" alt="escoitar" align="left"/><a href="http://www.escoitar.org/">Escoitar.org</a> me interessa por ser um trabalho aberto e participativo. Tem uma característica saudosista, de resgate cultural, que apesar de ser uma das grandes aplicações das tecnologias digitais não é um tema frequente no meio da arte eletrônica. O google maps é usado como plataforma para coletar e exibir paisagens sonoras, com o objetivo de apresentar o patrimonio auditivo da Galícia, Espanha.</p>
<p><img src='http://www.narrowcast.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/10/adwords1.jpg' alt='adwords happening' align="left" />Dois trabalhos de <a href="http://www.christophebruno.com/">Christophe Bruno</a>: O <a href="http://www.iterature.com/human-browser/en/">Human Browser</a>, performance que brinca com a interface do google substituindo-a por um ser humano (<a href="http://www.narrowcast.com.br/2006/09/10/human-browser/">veja o vídeo</a>). E uma das minha preferidas, <a href="http://www.iterature.com/adwords/">The Google Adwords Happening</a> em que através de poemas publicados no programa AdWords ele revela como a estratégia de publicidade do google está transformando palavras em commodities.</p>
<p><img src='http://www.narrowcast.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/10/gwei.jpg' alt='gwei' align="left"/>E claro o GWEI, <a href="http://www.gwei.org/index.php">Google Will Eat Itself</a>, que é dentre o que conheço, o trabalho que melhor usa o próprio sistema do google como linguagem para expor sua proposta. O que ele faz é: Usar o AdSense para ganhar algum dinheiro em pequenos sites, depois usar o que ganhou para comprar ações da Google em nome da GTTP Ltd. (Google To The People), que distribui as ações para o público em geral que, teoricamente, gerou o dinheiro. Isso é um processo contínuo que em conceito transformaria o google em uma empresa aberta, open source, sem donos. E através tem o mérito de (como o AdWords Happening) expor o modelo de publicidade e estratégia de lucro do google sobre cada palavra que publicamos.</p>
<p>Veja aexposição completa no Rhizome.org: <a href="http://rhizome.org/art/exhibition/googleshow/">Google Art, or How to Hack Google</a></p>
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		<title>Brincadeiras com o Google images</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/05/30/brincadeiras-com-o-google-images/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2007 16:57:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[game]]></category>
		<category><![CDATA[google.art]]></category>
		<category><![CDATA[mashup]]></category>
		<category><![CDATA[net.art]]></category>

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		<description><![CDATA[Grant Robinson faz umas brincadeiras interessantes usando a API de busca do Google. O Montage-a-google usa a busca por imagens do google para gerar uma colagem de imagens baseada em termos escolhidos pelo usuário. O Guess-the-google é um jogo baseado no mesmo princípio. Ele te mostra a colagem de imagens e você precisa adivinhar que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://grant.robinson.name/">Grant Robinson</a> faz umas brincadeiras interessantes usando a API de busca do Google.</p>
<p><img src="http://farm1.static.flickr.com/23/30651338_753b1cc678.jpg?v=0" alt="girassol"/><br />
O <a href="http://grant.robinson.name/projects/montage-a-google/">Montage-a-google</a> usa a busca por imagens do google para gerar uma colagem de imagens baseada em termos escolhidos pelo usuário.</p>
<p><img src="http://farm1.static.flickr.com/8/10434667_a448fbec23.jpg?v=0" alt="guess the google" /><br />
O <a href="http://grant.robinson.name/projects/guess-the-google/">Guess-the-google</a> é um jogo baseado no mesmo princípio. Ele te mostra a colagem de imagens e você precisa adivinhar que termo a gerou. É bem divertido por sinal.</p>
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		<title>Auto-retrato como usuário do Google</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/04/02/auto-retrato-com-o-usuario-do-google/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2007 21:08:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[google.art]]></category>

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		<description><![CDATA[Albertine Meunier &#8211; My Google Search History Um vídeo retrata o artista através de seu histórico de pesquisas no google. via wmmna]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.albertinemeunier.net/google_search_history/index.htm">Albertine Meunier &#8211; My Google Search History</a></p>
<p>Um vídeo retrata o artista através de seu histórico de pesquisas no google.</p>
<p>via <a href="http://www.we-make-money-not-art.com/archives/009445.php">wmmna</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Google Art&#8221; e a mercantilização do discurso</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Sep 2006 14:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[economia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[google.art]]></category>
		<category><![CDATA[hacking]]></category>
		<category><![CDATA[internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[net.art]]></category>
		<category><![CDATA[semântica]]></category>

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		<description><![CDATA[Christophe Bruno tem uma séries de obras que fazem uso e referenciam mecanismos de busca (leia-se Google). Com elas, ele propõe propõe uma reflexão sobre o sistema que rapidamente se transformou no principal indexador do conhecimento humano e como essas empresas lucram com o que escrevemos. Seu trabalho de maior destaque foi o Google AdWords [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.we-make-money-not-art.com/yyy/bruno7.jpg" alt="" align="left" />Christophe Bruno tem uma séries de obras que fazem uso e referenciam mecanismos de busca (leia-se Google). Com elas, ele propõe propõe uma reflexão sobre o sistema que rapidamente se transformou no principal indexador do conhecimento humano e como essas empresas lucram com o que escrevemos.</p>
<p>Seu trabalho de maior destaque foi o <span style="font-weight: bold">Google AdWords Happening</span>, no qual ele â€˜comprouâ€™ algumas palavras e criou pequenos poemas que eram anunciados em sites que mencionam essas palavras. A campanha durou pouco tempo, muita gente viu seus poemas, mas logo o google retirou seus anuncios de circulação por ter um desempenho muito fraco e por não ter relação semântica com o conteúdo do seu site.<br />
Foi o bastante pra levantar a discução sobre a mercatilização das palavras: que tipo de democratização da comunicação é essa em que cada palavra que escrevemos em nossos blogs é é transformada em dinheiro pelo google? Existe realmente uma valorização da expressão individual, ou somos só um novo tipo de combustível para a economia da informação? No <a href="http://www.iterature.com/adwords/" target="_blank">site do projeto</a>, está um levantamento sobre quanto custa uma palavra. Sobre o assunto, vale a pena tb uma lida no seu <a href="http://art.runme.org/1107861771-3038-0/bruno.pdf" target="_blank">A Glimpse Beyond Search Engines</a>.</p>
<p>Outros projetos que envolvem mecanismos de busca são o <a href="http://www.iterature.com/human-browser/en/" target="_blank">Human Browser</a>, <a href="http://www.iterature.com/epiphanies/index.php3" target="_blank">Epiphanies</a>, <a href="http://www.unbehagen.com/fascinum/" target="_blank">Fascinium</a> e o <a href="http://www.unbehagen.com/non-weddings/" target="_blank">Non-wedidings</a>.</p>
<p><img src="http://www.unbehagen.com/wifism/media/ear.jpg" alt="" width="112" height="112" align="right" />Já o <a href="http://www.unbehagen.com/wifism/" target="_blank">WiFi-SM</a> é um dispositivo sado-masoquista sem fio, conectado a sites de notícia, que pode ser adesivado na pele e te dá um leve choque a cada nova manchete sobre morte, guerra ou outras desgraças. Uma brincadeira de humor negro que leva a idéia de informação em tempo real a outro nível.</p>
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