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	<title>Narrowcast &#187; inteligência coletiva</title>
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		<title>Ferramentas de Inteligência Coletiva (Sobre “O Conhecimento em Rede”, de M. Cavalcanti e C. Nepomuceno &#8211; 3 de 3)</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/05/07/ferramentas-de-inteligencia-coletiva/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2008 15:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O sucesso da implantação de um projeto de Inteligência coletiva depende, e muito, da criação ou escolha correta da ferramenta que servirá de suporte para ela. Seja a comunidade em rede articulada ou desarticulada, consciente ou inconsciente, a ferramenta de suporte para ela precisa apresentar um pré-requisito fundamental: toda a sua criação e seu desenvolvimento deve ser voltado à comunicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso da implantação de um projeto de Inteligência coletiva depende, e muito, da criação ou escolha correta da ferramenta que servirá de suporte para ela.</p>
<p>Seja a comunidade em rede articulada ou desarticulada, consciente ou inconsciente, a ferramenta de suporte para ela precisa apresentar um pré-requisito fundamental: toda a sua criação e seu desenvolvimento deve ser voltado à comunicação horizontal, de muitos para muitos e em rede. Desde a sua origem até a sua manutenção precisam ser guiadas por este conceito.</p>
<p>Sites alinhados a este conceito de comunicação estão definindo tendências para as ferramentas de inteligência coletiva a medida em que se desenvolvem. A tabela a seguir compara características de sites baseadas no modelo um-para-muitos com sites que adotam o conceito muitos-para-muitos: </p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="4" width="100%" bordercolor="#999999">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Sites um-para-muitos</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Sites muitos-para-muitos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>
<ul>
<li>Gestor de conteúdo</li>
<li>Conteúdo sem interação</li>
<li>Informações sem medição de relevância</li>
<li>Usuários leitores</li>
<li>Relacionamento Instituição &gt; Usuário</li>
<li>Usuário Invisível</li>
</ul>
</td>
<td>
<ul>
<li>Animador de comunidade</li>
<li>Conteúdo interativo</li>
<li>Informações com medição de relevência, a partir do rastro</li>
<li>Usuários leitores/redatores</li>
<li>Relacionamento Usuário &lt; &gt; Usuário</li>
<li>Usuário visível</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p>Os autores descrevem os <strong>cinco ambientes</strong> que formam uma ferramenta de Inteligência Coletiva:</p>
<p><strong>Ambiente do Usuário<br />
</strong>Cada usuário deve ter o seu espaço individual, que é o ponto de partida para toda atividade realizada por ele na rede. Ali ele estabelece sua identidade à medida em que disponibiliza informações que considera relevante. Deve estar a disposição do usuário neste ambiente as ferramentas de publicação e interação que ele possa fazer uso. A ferramenta deve também permitir uma articulação entre este espaço e o espaço das comunidades que o usuário aderiu. </p>
<p><strong>Ambiente de Comunidade</strong><br />
Deve permitir a publicação de conteúdo próprio da comunidade por seus membros, apresentando as ferramentas de publicação e interação adequadas. É importante que seja trabalhada também a Inteligência Coletiva Incosciente, através do aproveitamento do rastro das ações de cada usuário que passe por ali, e que estes dados sirvam para uma edição automática do conteúdo por relevência.</p>
<p><strong>Ambiente de Animação</strong><br />
Deve ser oferecido aqui instrumentos para que se analide o conjunto de contribuições realizadas e destaque aquelas capazes de gerar mais conhecimento ou ao menos fazer a comunidade avançar em seu funcionamento. Isso é fundamental para guiar a comunidade rumoa seus objetivos estratégicos e projeto geral. A animação pode ser realizada por uma pessoa, um grupo ou ainda pelo próprio software de maneira automatizada.</p>
<p><strong>Ambiente de Administração</strong><br />
Este ambiente deve oferecer instrumento para o acompanhamento e controle, atrvés de relatórios, de toda a atividade dos usuários e comunidades, e sistemas de avaliação do desempenho do projeto.</p>
<p><strong>Ambiente de Busca</strong><br />
É necessário a disponibilização de um mecanismo de busca por conteúdo, pessoas e comunidades. É interessante o uso de <em>folksonomia</em> (tags), o que permite que a própria comunidade, a medida em desenvolve o conteúdo estabeleca parâmentros para sua referenciação.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estruturas para a Inteligência Coletiva (Sobre “O Conhecimento em Rede”, de M. Cavalcanti e C. Nepomuceno &#8211; 2 de 3)</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/estruturas-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-%e2%80%9co-conhecimento-em-rede%e2%80%9d-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-2-de-3/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 15:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Os autores identificam três formas de gerar Inteligência Coletiva em rede: A Inteligência Coletiva Inconsciente: aquela em que o usuário contribui com alguma informação para o coletivo mesmo sem saber, pelo simples ato de navegar; A Inteligência Coletiva Consciente: aquela em que o usuário contribui de maneira voluntária; A Inteligência Coletiva Plena: aquela em que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p goog_docs_charIndex="1150">Os autores identificam três formas de gerar Inteligência Coletiva em rede:</p>
<ul>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">A <strong>Inteligência Coletiva Inconsciente</strong>: aquela em que o usuário contribui com alguma informação para o coletivo mesmo sem saber, pelo simples ato de navegar;</p>
</li>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">A <strong>Inteligência Coletiva Consciente</strong>: aquela em que o usuário contribui de maneira voluntária;</p>
</li>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">A <strong>Inteligência Coletiva Plena</strong>: aquela em que se consegue, num mesmo ambiente, potencializar as duas formas anteriores.  </p>
</li>
</ul>
<p goog_docs_charIndex="1150">Uma divisão do trabalho é sugerida. Nela cabe a profissionais de tecnologia construir robos para coletar rastros que formam a Inteligência coletiva Inconsciente, enquanto aos profissionais de informação e comunicação cabe a tarefa de implantar e monitorar a Consciente, onde se lida basicamente com pessoas.</p>
<p goog_docs_charIndex="1150">Há ainda dois tipos principais de Redes de interação:</p>
<ul>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">As <strong>Redes Articuladas</strong>, em que há uma participação regular, voluntária, efetiva e consciente. ex.: Wikipedia;</p>
</li>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">As <strong>Redes Desarticuladas</strong>, em que há uma participação irregular, involuntária, pouco efetiva e inconsiente. ex.: Blogosfera.</p>
</li>
</ul>
<p goog_docs_charIndex="1150"> Esses formatos se combinam para estruturar os diversos tipos de comunidades que conhecemos. O design (projeto) de uma comunidade deve considerar qual a melhor estrutura de acordo com as pessoas envolvidas nela e os objetivos que se pretende alcançar. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O amadurecimento da Web como plataforma para a Inteligência Coletiva (Sobre &#8220;O Conhecimento em Rede&#8221;, de M. Cavalcanti e C. Nepomuceno &#8211; 1 de 3)</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/o-amadurecimento-da-web-como-plataforma-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-o-conhecimento-em-rede-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-1-de-3/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/o-amadurecimento-da-web-como-plataforma-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-o-conhecimento-em-rede-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-1-de-3/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 15:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é o primeiro de uma série de posts sobre o livro &#8220;O Conhecimento em Rede&#8221; de Marcos Cavalcanti e Carlos Nepomuceno. Trata-se de um paráfrase resumida, como exercício de estudo. &#8220;Web 2.0 é um conceito para agrupar, nomear e incentivar projetos que expandem o principal potencial do ambiente de rede &#8211; um novo meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Este é o primeiro de uma série de posts sobre o livro <a href="http://www.ico.org.br/release.htm">&#8220;O Conhecimento em Rede&#8221; de </a></em><a href="http://www.ico.org.br/release.htm">Marcos Cavalcanti e Carlos Nepomuceno</a><em>. Trata-se de um paráfrase resumida, como exercício de estudo.</em></p>
<blockquote><p>&#8220;Web 2.0 é um conceito para agrupar, nomear e incentivar projetos que expandem o principal potencial do ambiente de rede &#8211; um novo meio voltado para a interação, e capaz de implementar novas formas de produzir conhecimento: a Inteligência Coletiva em rede.&#8221; </p></blockquote>
<p>Nos últimos 15 anos, tentamos transpor para a web o modelo verticalizado dos meios de comunicação do passado &#8211; um emissor falando a uma platéia enorme e passiva. Hoje, descobrimos a possibilidade da comunicação horizontal, de muitos para muitos, uma forma de comunicação com um poder transfomador poderoso, e uma mudança irreversível.</p>
<p><strong>Fases do ciberespaço:</strong></p>
<table border="1" width="100%" cellPadding="4" cellSpacing="0" borderColor="#999999">
<tr>
<td rowSpan="2" align="center" vAlign="middle"><strong>Web 1.0</strong></td>
<td>Formação (1960 a 1995)</td>
<td>Do âmbito acadêmico à Internet comercial</td>
</tr>
<tr>
<td>Povoamento (1995 a 2005)</td>
<td>Da Internet comercial à Web2.0<br />
<em>(Transposição do modelo tradiconal &#8220;um para muitos&#8221;)</em></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" vAlign="middle"><strong>Web 2.0</strong></td>
<td>Início dos projetos de Inteligência Coletiva (2005)</td>
<td>Desde a chegada da Web2.0<br />
<em>(Projetos assumidamente voltados para o modelo &#8220;muitos para muitos&#8221;)</em></td>
</tr>
</table>
<p>Redes projetadas para explorar esse modelo de interação geram possibilidades de colaboração sem precedentes, criando uma nova dimensão para a inovação. O Linux e a Wikipedia são exemplos conhecidos da força do processo de construção colaborativa de conhecimento que chamamos de Inteligência Coletiva.</p>
<p>O desenvolvimento das comunidades em redes está gerando uma revolução cultural, social e tecnológica ainda maior do que a gerada pelos computadores pessoais, e pela própria internet. Tudo isso parece ser o início de uma grande mudança igual a que o mundo assitiu quando da invenção da prensa de tipos móveis de Gutenberg. Uma mudança de paradigma de comunicação que alavancou mudanças socias como a Reforma Protestante e desencadeou uma proliferação de idéias que cominou na Revolução Burguesa e Industrial pela Europa e América.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ascenção e Queda dos Campeões de Venda (Sobre &#8220;A Cauda Longa&#8221; de Chris Anderson &#8211; 1 de 4)</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/01/24/ascencao-e-queda-dos-campeoes-de-venda-sobre-a-cauda-longa-de-chris-anderson-1-de-4/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2008/01/24/ascencao-e-queda-dos-campeoes-de-venda-sobre-a-cauda-longa-de-chris-anderson-1-de-4/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 14:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[indústria cultural]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[long tail]]></category>
		<category><![CDATA[mídia de massa]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é o primeiro de uma série de posts sobre o livro &#8220;A Cauda Longa&#8221; de Chris Anderson. Alerto que se trata de um paráfrase resumida, como exercício de estudo, e com foco no cenário cultural e de inteligência coletiva que ele propõe, que é o que realmente me importa. Até uns 200 anos atrás [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Este é o primeiro de uma série de posts sobre o livro &#8220;A Cauda Longa&#8221; de <a href="http://www.thelongtail.com/">Chris Anderson</a>. Alerto que se trata de um paráfrase resumida, como exercício de estudo, e com foco no cenário cultural e de inteligência coletiva que ele propõe, que é o que realmente me importa.</em></p>
<p><a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#038;lkout=1&#038;kw=A+Cauda+Longa+-+Chris+Anderson&#038;site_origem=4541246"  target="blank" title="Compare Preços"><img src="http://www.fnac.com.br/images/product/8535221832_M.jpg" align="left"/></a>Até uns 200 anos atrás a falta de meios de comunicação limitava a troca cultural e propagação de idéias. O que determinava as culturas era unicamente a geografia, era o tempo das culturas locais, sotaques e folclores, transmitidos oralmente.</p>
<p>A indústria aglomerou pessoas de diferentes origens em centros urbanos, e não demoraram a surgir tecnologias de comunicação como a imprensa, o fonógrafo, o cinema e o rádio que geraram as primeiras onda de cultura de massa nas cidades. Na década de 1930 surgiram as primeiras redes de rádio nos EUA, transmitindo a mesma voz para todo um país, foi o surgimento da primeiras estrelas, reconhecidas e admiridas por milhões de ouvintes.</p>
<p>A partir do anos 1950, a popularidade da TV definia a tendência dominate, e por isso os preços por frações de minuto no horário nobre aumentavam sem limites. Com todo esse dinheiro entrando, a indústria do espetáculo se aprimorou rapidamente. Foram descobertas fórmulas incríveis para fazer dinheiro reproduzidas em série desde então na produção de discos, filmes, celebridades e etc&#8230;</p>
<p>Enquanto corremos para assistir o novo blockbuster, nos grudamos no sofá diante da sensação do horário nobre dessa semana, e as rádios repetem incansavelmente a mesma meia dúzia de músicas da parada, toda uma indústria trabalha em período integral na fabricação dos próximos produtos de massa que mobilizarão multidões.</p>
<p>Muito dinheiro é investido nessa indústria, e os investidores querem o máximo de retorno. Po isso, não basta ser um sucesso, tem que ser o megahit do ano. Se não for um estouro de bilheteria, é um fracasso total. O problema é que produzir um blockbuster não é exatamente o mesmo que produzir um bom filme. Para agradar ao máximo de pessoas é preciso descer o nível até um denominador comum. É claro que podem aparecer excessões, mas com tanto dinheiro em jogo, quem vai arriscar fazer diferente?</p>
<p>A distribuição desses produtos gera uma batalha desleal por espaço e atenção. A disputa acontece no escasso espaço de prateleira das lojas de disco e locadoras vídeo, nas breves 24 horas de programação dos rádios e tvs e em cada pequena sala cinema de cada cidade. Não há espaço para todos os produtos. Ficam, obviamente, os mais lucrativos. Aqueles que seguiram a risca todas as fórmulas de sucesso. Adeus pequenas pérolas do cinema e tesouros escondidos da arte, afinal business is business.</p>
<p>A tirania do lucro consquistou sua última fronteira, a cultura de povos inteiros. Nossas memórias, imaginações e inconsientes foram colonizados. Tudo o que vemos, e nosso próprio ponto de vista não passam de um sub-produto da indústria do entretenimento. Os hits manufaturados por ela são as lentes através das quais observamos nossa própria cultura. Definimos nossa era em função dos produtos de massa que obtiveram maior sucesso de venda, é isso que compõe nossa experiência comum.</p>
<p>Porém, desde os anos 90 que as coisas não andam mais tão prósperas. Se observarmos com cuidado veremos que os grandes sucessos já não são tão grandes assim. Na indústria da música, por exemplo, a maioria dos 50 álbuns mais vendidos da história foram gravados nas décadas de 70 e 80, e nenhum deles nos últimos 5 anos. Estatísticas muito parecidas se repetem com o cinema e a Tv. O tempo do monopólio da mídias de massa está ficando para trás.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Vídeo sobre a Evolução da Informação</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/10/30/video-sobre-a-evolucao-da-informacao/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2007/10/30/video-sobre-a-evolucao-da-informacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 22:41:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>

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		<description><![CDATA[Mike Wesch, o mesmo do The Machine is Us/ing Us, explora nesse vídeo as mudanças no modo como criamos, arquivamos, encontramos e compartilhamos informação, atividades que estão em constante evolução graças a tecnologias como a internet. O vídeo compara exemplos de inovação que já conhecemos e utilizamos com métodos tradicionais de arquivamento, e a partir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-4CV05HyAbM&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-4CV05HyAbM&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p><a href="http://br.youtube.com/user/mwesch">Mike Wesch</a>, o mesmo do <a href="http://www.narrowcast.com.br/2007/02/05/web20-a-discussao-vai-longe/">The Machine is Us/ing Us</a>, explora nesse vídeo as mudanças no modo como criamos, arquivamos, encontramos e compartilhamos informação, atividades que estão em constante evolução graças a tecnologias como a internet.</p>
<p>O vídeo compara exemplos de inovação que já conhecemos e utilizamos com métodos tradicionais de arquivamento, e a partir desse contraste aponta possibilidades e tendências para um futuro próximo e alimenta a reflexão sobre novas habilidades necessárias para esse novo cenário.</p>
<blockquote><p>&#8220;Informação digital têm diferentes formatos.<br />
Informação digital não possui uma forma material.<br />
Então podemos repensar a informação para além das limitações materiais.&#8221;</p>
<p>&#8220;A internet vem desfiando nossos pressupostos mais básicos.<br />
Nós aprendemos que talvez não precisemos de hierarquias complexas para encontrar informação.&#8221;</p>
<p>&#8220;Podemos organizar as informações nós mesmos.<br />
E sem limitações materiais.<br />
3 tags, e a informação está &#8216;guardada&#8217; em 3 &#8216;lugares&#8217; ao mesmo tempo.<br />
Sem pastas<br />
sem categorias limitadas<br />
sem categorias limitantes&#8221;</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A teconologia precisa ser educada</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/08/15/a-teconologia-precisa-ser-educada/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2007/08/15/a-teconologia-precisa-ser-educada/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Aug 2007 19:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[futurologia]]></category>
		<category><![CDATA[humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>

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		<description><![CDATA[Kevin Kelly (Wired) faz um paralelo entre a inteligência coletiva construída na web e cada mente humana, e chega a uma previsão com cara de ficção científica de que em alguns anos o poder de cálculo da web irá superar o de todos os humanos juntos. Ele cria uma imagem da tecnologia como uma entidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><embed src='http://us.i1.yimg.com/cosmos.bcst.yahoo.com/player/FLVVideoSimple.swf' flashvars='id=3319407&#038;autoStart=0&#038;bw=0' type='application/x-shockwave-flash' width='400' height='250'></embed></p>
<p>Kevin Kelly (Wired) faz um paralelo entre a inteligência coletiva construída na web e cada mente humana, e chega a uma previsão com cara de ficção científica de que em alguns anos o poder de cálculo da web irá superar o de todos os humanos juntos.</p>
<p>Ele cria uma imagem da tecnologia como uma entidade com vida própria e livre arbítrio, e nos posiciona como pais, responsáveis pelo seu crescimento e &#8216;educação&#8217; de acordo com nosso padrões.</p>
<p>Estamos próximos do momento em que a criação se torna maior do que a criatura. Essa analogia com a paternidade é uma forma de mostrar que é possível conviver com isso.</p>
<p><a href="http://www.poptech.org/popcasts/?viewcastid=37">Poptech.org</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8216;Blogs unidos&#8217; em resposta ao papelão do Estadinho</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/08/14/blogs-unidos-em-resposta-ao-papelao-do-estadinho/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2007/08/14/blogs-unidos-em-resposta-ao-papelao-do-estadinho/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Aug 2007 20:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.narrowcast.com.br/blog/?p=100</guid>
		<description><![CDATA[A campanha recente do Estadão, depreciando abertamente os blogs, conseguiu uma divulgação incrível na web, só que de bloggers revoltados metendo a boca no trombone contra o jornal. Esse poema, de Ester Beatriz, constrói um discurso de resposta a partir da união de vários blogs. Me impressionou porque representa o poder de comunicação que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2007/08/campanha-do-estadao-contra-os-blogs.html">campanha recente do Estadão</a>, depreciando abertamente os blogs, conseguiu uma divulgação incrível na web, só que de bloggers revoltados metendo a boca no trombone contra o jornal.</p>
<p>Esse poema, de <a href="http://wordpress.moreiracastro.com/">Ester Beatriz</a>, constrói um discurso de resposta a partir da união de vários blogs. Me impressionou porque representa o poder de comunicação que a blogosfera tem quando vista como um todo, mas também tem a delicadeza de revelar um sentimento íntimo da forma de expressão do blog em frases como: &#8220;<em><a href="http://sigoadiante.blogspot.com/" target="_blank">Sigo adiante</a> <a href="http://blogandofrancamente.blogspot.com/" target="_blank">blogando francamente</a>, <a href="http://ju.simplesmente.zip.net/" target="_blank">simplesmente</a> <a href="http://amc-porque.blogspot.com/" target="_blank">porque</a> <a href="http://conhecimentonaoocupaespaco.blogspot.com/" target="_blank">conhecimento não ocupa espaço</a>. <a href="http://porqueposso.blogspot.com/" target="_blank">Porque posso</a> <a href="http://escreverporescrever.blogs.sapo.pt/" target="_blank">escrever por escrever</a> <a href="http://www.comamor.com.br/abertura.htm" target="_blank">com amor</a>. <a href="http://www.simplesassim.com/blog/" target="_blank">Simples assimâ€¦</a></em> &#8221;</p>
<p><br/><br/></p>
<blockquote><p><strong>O que dizem os blogs quando se unemâ€¦</strong></p>
<p><a href="http://jaymejunnior.blogspot.com/" target="_blank">Olha só!<br />
Entre jornais e poemas</a>, <a href="http://tentoentender.blogspot.com/" target="_blank">tento entender</a> <a href="http://osentidodascoisas.blogspot.com/" target="_blank">o sentido das coisasâ€¦</a><br />
<a href="http://despretenciosa.blogspot.com/" target="_blank">Despretenciosa</a> <a href="http://eu-criei-um-blog.blogspot.com/" target="_blank">eu criei um blog</a> <a href="http://legalzinho.wordpress.com/" target="_blank">legalzinho</a>, <a href="http://www.meu-pequeno-mundo.blogspot.com/" target="_blank">pequeno mundo</a> <a href="http://perdidonaweb.blogspot.com/" target="_blank">perdido na web</a>â€¦<a href="http://coisasbobas.blogspot.com/" target="_blank">coisas bobas</a>, <a href="http://sir.k.tibete.blog.simplesnet.pt/" target="_blank">coisas minhas</a>, <a href="http://koisxtupidxintligentx.blogspot.com/" target="_blank">coisas estúpidas mas inteligentesâ€¦ou não</a>! <a href="http://blogtipoassim.blogspot.com/" target="_blank">Um blog tipo assim</a> <a href="http://embarsado.blogspot.com/" target="_blank">embarsado em fatos reais</a>, <a href="http://wwwanoca.blogspot.com/" target="_blank">brincando com palavras</a>, <a href="http://olavosaldanha.wordpress.com/" target="_blank">imagens e letras</a>, <a href="http://dariosanttos.blogspot.com/" target="_blank">utilidades e inutilidades</a>, <a href="http://www.culturavirtual.blogger.com.br/" target="_blank">cultura virtual</a>â€¦<a href="http://nadaprofissional.blogspot.com/" target="_blank">nada profissional</a>â€¦<br />
<a href="http://tenhomuitopracontar.blogspot.com/" target="_blank">Tenho muito pra contar</a>â€¦ <a href="http://fabio-silva.blogspot.com/" target="_blank">idéias, argumentos, sentimentos</a>â€¦, <a href="http://amigosblogueiros.blogspot.com/" target="_blank">amigos blogueiros</a>, <a href="http://liu.sant.zip.net/" target="_blank">escritores por acaso</a>â€¦<br />
<a href="http://www.milana.blogger.com.br/" target="_blank">Tá. E daí?</a><br />
<a href="http://www.aconteceoseguinte.blogger.com.br/" target="_blank">Acontece o seguinte</a>, <a href="http://descobrique.blogspot.com/" target="_blank">descobri que</a>â€¦ <a href="http://fotolog.terra.com.br/somosassim" target="_blank">somos assim</a>â€¦<a href="http://www.macacos.com/" target="_blank">macacos sem galho</a>, <a href="http://futilidadepublica.semjuizo.com/" target="_blank">futilidade pública</a>, <a href="http://etceterareticencias.blogspot.com/" target="_blank">etcâ€¦</a> <a href="http://ofensasgratuitas.blogspot.com/" target="_blank">Ofensas gratuitas</a>â€¦<a href="http://www.viuisso.com.br/" target="_blank">viu isso</a>? <a href="http://www.masquemerdaeesta.blogspot.com/" target="_blank">Mas que merda é esta?</a> <a href="http://www.quejornalismoeesse.blogger.com.br/" target="_blank">Que jornalismo é esse?</a> <a href="http://macacoprimata.blogspot.com/" target="_blank">Macaco primata</a> <a href="http://loucaporblog.wordpress.com/" target="_blank">é a mãe!</a> <a href="http://www.dane-se.blogger.com.br/" target="_blank">Dane-se!</a> <a href="http://intriga.blogsome.com/" target="_blank">Intriga da oposição</a>â€¦<a href="http://www.imprensamarrom.com.br/" target="_blank">imprensa marron</a>â€¦<br />
<a href="http://www.nelsoncorrea.com/wordpress/" target="_blank">Pô meu!</a> <a href="http://www.eupodiatamatando.com/" target="_blank">Eu podia tá matando</a>, <a href="http://www.queimandohqs.blogspot.com/" target="_blank">queimando HQs</a>, <a href="http://www.vadiando.com/" target="_blank">vadiando</a>, <a href="http://www.mordendotampas.blogspot.com/" target="_blank">mordendo tampas de caneta</a>â€¦ <a href="http://www.euhein.com.br/" target="_blank">Eu hein!</a> <a href="http://euseiescrever.blogspot.com/" target="_blank">Eu sei escrever</a> <a href="http://www.bolas.blogger.com.br/" target="_blank">ora bolas!</a><br />
<a href="http://www.damadanoite.adm.br/mesmoassim.htm" target="_blank">Mesmo assim</a> <a href="http://vidairritante.blogspot.com/2006_06_01_archive.html" target="_blank">o que verdadeiramente me irrita</a> <a href="http://www.eisso.org/" target="_blank">é isso</a>: <a href="http://www.esculhambacao.com.br/" target="_blank">esculhambação</a>, <a href="http://ignorancia.blogspot.com/" target="_blank">ignorância</a>, <a href="http://www.gardenal.org/trabalhosujo/" target="_blank">trabalho sujo</a>â€¦<br />
<a href="http://quersaber.net/" target="_blank">Quer saber?</a> <a href="http://www.naoaguentomais.com.br/" target="_blank">Não aguento mais!</a> <a href="http://sigoadiante.blogspot.com/" target="_blank">Sigo adiante</a> <a href="http://blogandofrancamente.blogspot.com/" target="_blank">blogando francamente</a>, <a href="http://ju.simplesmente.zip.net/" target="_blank">simplesmente</a> <a href="http://amc-porque.blogspot.com/" target="_blank">porque</a> <a href="http://conhecimentonaoocupaespaco.blogspot.com/" target="_blank">conhecimento não ocupa espaço</a>. <a href="http://porqueposso.blogspot.com/" target="_blank">Porque posso</a> <a href="http://escreverporescrever.blogs.sapo.pt/" target="_blank">escrever por escrever</a> <a href="http://www.comamor.com.br/abertura.htm" target="_blank">com amor</a>. <a href="http://www.simplesassim.com/blog/" target="_blank">Simples assimâ€¦</a> <a href="http://www.paralerepensar.com.br/" target="_blank">para ler e pensar</a>â€¦  <a href="http://pensando-bem.blogspot.com/" target="_blank">Pensando bem</a>â€¦<a href="http://dudafep.blogspot.com/" target="_blank">para quê pensar nisso?</a><br />
<a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/" target="_blank">Pensar enlouquece, pense nisso!</a><br />
<a href="http://blogdoahh.blogspot.com/" target="_blank">Ahhhhhhhh</a>! <a href="http://esquecime.blogspot.com/" target="_blank">Esqueci-me</a>â€¦., <a href="http://apesardospesares.blogspot.com/" target="_blank">apesar dos pesares</a>â€¦ <a href="http://euteamoblog.blogspot.com/" target="_blank">eu te amo blog</a>!!!<br />
<a href="http://tenhodito.weblogger.terra.com.br/" target="_blank">E tenho dito!</a></p></blockquote>
<p><strong>Autor:</strong> <a href="http://wordpress.moreiracastro.com/archives/2339">Saber é Bom Demais!! Â» O que dizem os blogs quando se unem&#8230;</a></p>
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		<title>Jonathan Harris fala sobre seu trabalho</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jul 2007 17:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte participativa]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
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		<category><![CDATA[mashup]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Jonathan Harris is a New York artist and storyteller working primarily on the Internet. His work involves the exploration and understanding of humans, on a global scale, through the artifacts they leave behind on the Web.&#8221; Edge.org Ele é autor de trabalhos incríveis como Lovelines, We Feel Fine, Yahoo Time Capsule e Universe, entre varios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=8,0,0,0" width="432" height="285" id="VE_Player" align="middle"><param name="movie" value="http://static.videoegg.com/ted/flash/loader.swf"><param NAME="FlashVars" VALUE="bgColor=FFFFFF&#038;file=http://static.videoegg.com/ted/movies/JONATHANHARRIS-2007_high.flv&#038;autoPlay=false&#038;fullscreenURL=http://static.videoegg.com/ted/flash/fullscreen.html&#038;forcePlay=false&#038;logo=&#038;allowFullscreen=true"><param name="quality" value="high"><param name="allowScriptAccess" value="always"><param name="bgcolor" value="#FFFFFF"><param name="scale" value="noscale"><param name="wmode" value="window"><embed src="http://static.videoegg.com/ted/flash/loader.swf" FlashVars="bgColor=FFFFFF&#038;file=http://static.videoegg.com/ted/movies/JONATHANHARRIS-2007_high.flv&#038;autoPlay=false&#038;fullscreenURL=http://static.videoegg.com/ted/flash/fullscreen.html&#038;forcePlay=false&#038;logo=&#038;allowFullscreen=true" quality="high" allowScriptAccess="always" bgcolor="#FFFFFF" scale="noscale" wmode="window" width="432" height="285" name="VE_Player" align="middle" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"></object></object></p>
<blockquote><p>&#8220;<a href="http://www.number27.org">Jonathan Harris</a> is a New York artist and storyteller working primarily on the Internet. His work involves the exploration and understanding of humans, on a global scale, through the artifacts they leave behind on the Web.&#8221; Edge.org</p></blockquote>
<p>Ele é autor de trabalhos incríveis como <a href="http://www.love-lines.com/">Lovelines</a>, <a href="http://www.wefeelfine.org/">We Feel Fine</a>, <a href="http://timecapsule.yahoo.com/">Yahoo Time Capsule</a> e <a href="http://universe.daylife.com/">Universe</a>, entre varios outros. É dos poucos que consegue aplicar conceitos de mídia participativa e inteligência coletiva à arte com bons resultados. Sua obra tem uma linha muito consistente com um ar de &#8220;antropologia moderna&#8221;, mas com um design de fazer inveja a qualquer projeto comercial. é visível a cada trabalho a evolução de qualidade no projeto e execução dos sistemas e das intefaces.</p>
<p>É bacana de ver no <a href="http://www.ted.com/index.php/talks/view/id/144">vídeo</a> a consciência que ele tem sobre como a web inaugurou a possibilidade da expressão pesoal em larga escala, e do posicionamento de seu trabalho como plataforma que aproveita os vestígios que as pessoas deixam pela web para constituir discursos coletivos e estabelecer conexões entre pessoas e idéias.</p>
<p>via <a href="http://www.number27.org">information aesthetics</a></p>
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		<title>6 bilhões de outros &#8211; Individualidade e universalidade ao mesmo tempo agora</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/07/06/6-bilhoes-de-outros-individualidade-e-universalidade-ao-mesmo-tempo-agora/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Jul 2007 14:12:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte participativa]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[individuliadade]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[mídia participativa]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias emergentes]]></category>

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		<description><![CDATA[6 Billion Others é um projeto em andamento idealizado por Yann Arthus-Bertrand em busca de criar um retrato sensível e humano dos habitantes desse planeta. No processo ele revela ao mesmo tempo a individualidade e a universalidade de cada pessoa. O projeto é uma plataforma onde podemos assistir o cruzamento de depoimentos coletados em (até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.6billionothers.org/index_en.php"><img src='http://www.narrowcast.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/07/6billionothers.jpg' alt='6 bilhoes' /></p>
<p>6 Billion Others</a> é um projeto em andamento idealizado por Yann Arthus-Bertrand em busca de criar um retrato sensível e humano dos habitantes desse planeta. No processo ele revela ao mesmo tempo a individualidade e a universalidade de cada pessoa.</p>
<p>O projeto é uma plataforma onde podemos assistir o cruzamento de depoimentos coletados em (até agora) 6000 entrevistas, realizadas em 65 países diferentes. As entrevistas são feitas a partir de um questionário único, que tenta coletar depoimentos sobre temas que estão presentes no cotidiano de toda a humanidade: Família, Alegria, Deus, Natureza, Sonhos, Medos, Lágrimas, Risadas, e outros&#8230; Até o ano que vem o projeto promete estar aberto para inclusão de novos depoimentos através da própria internet.</p>
<p>O que acho legal de ver aqui é como depoimentos íntimos, tão distintos entre si, quando colocados lado a lado podem construir uma visão de como o homem se comporta sobre esses temas. E como esse tipo de cruzamento de visões só pode ser feito hoje, com as tecnologias de informação e técnicas de design que desenvolvemos e que permitem cruzar e recombinar grandes volumes de informação de várias formas diferentes, atingindo novas interpretações. O que estamos assistindo é a construção de uma consciência de humanidade, de uma maneira que não podia existir em outros tempos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cyber Cook 2.0 aumenta público em 80%</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/07/05/cyber-cook-20-aumenta-publico-em-80/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2007/07/05/cyber-cook-20-aumenta-publico-em-80/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Jul 2007 14:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[culinária]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[mídia participativa]]></category>
		<category><![CDATA[receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[Após 10 anos sendo uma grande referência como fonte de boas receitas online, o Cyber Cook implementou recentemente algumas estratégias &#8220;web2.0&#8243;. A novidade é o &#8220;Meu CyberCook União&#8221;, ferramenta que disponibiliza um espaço pessoal, com funções de livro de receitas pessoal e uma série de outros recursos. E a criação de uma comunidade alimentada pelos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cybercook.uol.com.br/comunidade_cooknauta_perfil.php?cooknauta_codigo=2468639"><img src='http://www.narrowcast.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/07/bobinha.jpg' alt='bobinha' align='left' hspace='10' /></a>Após 10 anos sendo uma grande referência como fonte de boas receitas online, o <a href="http://cybercook.uol.com.br/index.php">Cyber Cook</a> implementou recentemente algumas estratégias &#8220;web2.0&#8243;.</p>
<p>A novidade é o &#8220;Meu CyberCook União&#8221;, ferramenta que disponibiliza um espaço pessoal, com funções de livro de receitas pessoal e uma série de outros recursos. E a criação de uma <a href="http://cybercook.uol.com.br/comunidade_cooknauta.php">comunidade</a> alimentada pelos livros pessoais no maior esquema inteligência coletiva.</p>
<p>Após esse movimento o site teve no primeiro semestre deste ano uma audiência de visitas 80% maior em relação ao mesmo período de 2006, com mais de 5 milhões de visitas, de acordo com Alexandre Canatella, diretor comercial do Cyber Cook. O que atraiu também 26 novas marcas apoiadoras desde o início desse ano, dentre as quais se destacam a União, Sadia, Bauducco, Quaker, Bosch e Mmartan, interessadas no público em formas de anúncio com maior aceitação como conteúdo patrocinado.</p>
<p>A receita: foi criado um serviço (livro de receita pessoal), que gera conteúdo (receitas na comunidade), que gera outro seviço (busca por receitas), etc&#8230;</p>
<p>via <a href="http://www.tiinside.com.br/Filtro.asp?C=5&#038;ID=75554">TIinside</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.narrowcast.com.br/2007/07/05/cyber-cook-20-aumenta-publico-em-80/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Del.icio.us como galeria, Tags como curadoria participativa &#8211; I tag you tag me</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/07/04/delicious-como-galeria-tags-como-curadoria-participativa-i-tag-you-tag-me/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2007/07/04/delicious-como-galeria-tags-como-curadoria-participativa-i-tag-you-tag-me/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Jul 2007 14:26:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte participativa]]></category>
		<category><![CDATA[curadoria]]></category>
		<category><![CDATA[delicious]]></category>
		<category><![CDATA[edição]]></category>
		<category><![CDATA[folksonomia]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[net.art]]></category>

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		<description><![CDATA[I tag you tag me propõe criar um folksonomia da net-art. Seu criador propõe o uso de tags como forma de curadoria, uma vez que através delas é possível uma justaposição de trabalhos e a elaboração de um discurso crítico sobre eles. Mas folksonomia é ir além disso. É construir essa curadoria coletivamente, a partir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://del.icio.us/I_tag_you_tag_me">I tag you tag me</a> propõe criar um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Folksonomia">folksonomia </a>da net-art.</p>
<p>Seu <a href="http://rhizome.org/member.php?1038124">criador</a> propõe o uso de tags como forma de curadoria, uma vez que através delas é possível uma justaposição de trabalhos e a elaboração de um discurso crítico sobre eles. Mas folksonomia é ir além disso. É construir essa curadoria coletivamente, a partir da participação de todos os interessados.</p>
<p>Por isso o projeto está usando o del.icio.us como plataforma. Qualquer pessoa pode adicionar links para seus trabalhos de net-art favoritos, escolhendo para eles tags entre algumas pré-definidas e outras livres. A grande experiência é justamente essa segunda categoria de tags, que surgirá espontaneamente da participação coletiva.</p>
<p>Para participar é só entrar no del.icio.us com o login abaixo e adicionar quantos links quiser.<br />
username: I_tag_you_tag_me<br />
password: ole166</p>
<p><a href="http://del.icio.us/I_tag_you_tag_me">Já está se formando uma coleção bem bacana.</a> Vou lá incluir mais umas coisas.</p>
<p>via <a href="http://rhizome.org/thread.rhiz?thread=26407&#038;page=1#48944">rhizome.org</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Stock Exchange of Visions &#8211; participação direcionada</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/06/26/stock-exchange-of-visions-participacao-direcionada/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 15:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[arte participativa]]></category>
		<category><![CDATA[futurologia]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[mídia participativa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.narrowcast.com.br/blog/?p=82</guid>
		<description><![CDATA[Stock Exchange of Visions é um trabalho saído da Fábrica que cria uma diálogo entre &#8220;as mentes mais brilhates do mundo&#8221; e o grande público sobre o futuro do planeta. Visionaries from diverse nationalities and cultures who hail from a wide range of specialties have provided insight into their vision for the future. Artists, sociologists, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.stockexchangeofvisions.org/">Stock Exchange of Visions</a> é um trabalho saído da <a href="http://www.fabrica.it">Fábrica</a> que cria uma diálogo entre &#8220;as mentes mais brilhates do mundo&#8221; e o grande público sobre o futuro do planeta.</p>
<blockquote><p>Visionaries from diverse nationalities and cultures who hail from a wide range of specialties have provided insight into their vision for the future. Artists, sociologists, activists, scientists and others have answered a questionnaire designed to explore their idea of the future regarding our culture, environment, resources, economy and society. Stock Exchange of Visions is in constant evolution; thus contributing to the awareness of our relationship with the planet while supplying positive and thoughtful answers regarding major global issues.</p></blockquote>
<p><img src="http://www.fabrica.it/cards/cards/card414/1a.jpg" alt="visions" align="left" margin="2"/>Esse site (e instalação) funciona como uma plataforma para discussão de um assunto proposto. Me incomoda um pouco o lance de separar os &#8220;visionários&#8221; da &#8220;audiência&#8221;, mas até que é interessante para se observar uma proposta de formato de participação controlada. Ainda acredito no papel do editor. E nesse caso ele atua definindo os tópicos a serem discutidos através da seleção dos visionários, que iniciam a discussão que vai ser levada adiante (ou não) no fórum.</p>
<p>Há umas ferramentas de participação, como o &#8220;agree&#8221; / &#8220;disagree&#8221; no final de cada vídeo que alimenta um ranking das visões (edição participativa). Podia muito bem estar mais conectado com o forum&#8230;  Aliás o formato do fórum não ajuda, está muito separado do site &#8211; o espaço pra discutir está muito longe do momento em que a discussão é levantada.</p>
<p>Não sei se é essa a proposta, mas através dos rankings ele está levantando uma imagem coletiva sobre o futuro. Mal explorada também.</p>
<p>e o Al Gore bombando, né&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Web2.0 &#8211; A discussão vai longe</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/02/05/web20-a-discussao-vai-longe/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2007/02/05/web20-a-discussao-vai-longe/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Feb 2007 22:52:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Um vídeo bacana sobre a velha discussão: &#8220;o q é web 2.0?&#8221; Acho que essa incapacidade de se chegar a um acordo sobre o que é e o que não é web2.0 reflete a forma como ela funciona. Quer dizer, tem tanta gente falando tanto coisa diferente sobre o mesmo assunto que não é mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um vídeo bacana sobre a velha discussão: &#8220;o q é web 2.0?&#8221;</p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6gmP4nk0EOE"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/6gmP4nk0EOE" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p>Acho que essa incapacidade de se chegar a um acordo sobre o que é e o que não é web2.0 reflete a forma como ela funciona. Quer dizer, tem tanta gente falando tanto coisa diferente sobre o mesmo assunto que não é mais possível existir uma definição universal. E quando alguém chega perto disso, logo surge alguma novidade que muda o cenário, e aí já é outra coisa, precisa ser repensada.<br />
Uma boa definição pra ela é o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0">termo &#8220;web2.0&#8243; na wikipedia</a>, ele sofre várias alterações diárias há anos, e vai continuar assim. Até se transformou em uma categoria. Está mais pra uma discussão do que pra definição.<br />
Ainda é um pouco desconfortável pra mim, que sou da época em que o Aurélio tinha resposta pra tudo. Mas to me acostumando&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conectivismo</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/11/02/conectivismo/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2006 00:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[conectivismo]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Metade do que é conhecido hoje não era conhecido há 10 anos atrás. A quantidade de conhecimento no mundo dobrou nos últimos 10 anos e está dobrando a cada 18 meses. Por isso, nossa habilidade em aprender aquilo que precisamos para amanhã é mais importante do que aquilo que sabemos hoje. &#8211; É a partir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Metade do que é conhecido hoje não era conhecido há 10 anos atrás. A quantidade de conhecimento no mundo dobrou nos últimos 10 anos e está dobrando a cada 18 meses. Por isso, nossa habilidade em aprender aquilo   que precisamos para amanhã é mais importante do que aquilo que sabemos hoje.  &#8211;   É a partir desta constatação que <a target="_blank" href="http://www.elearnspace.org/">George Siemens</a> propõe o Conetivismo como alternativa a teorias de aprendizagem anteriores ao impacto da Tecnologia da Informação</p>
<blockquote>
<p class="texto"><em>Princípios do   conectivismo:</em></p>
</blockquote>
<ul type="disc">
<ul>
<li>
<p class="texto"><em>Aprendizagem e conhecimento   apoiam-se na diversidade de opiniões.   </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>Aprendizagem é um processo   de conectar nós especializados ou fontes de informação. </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>Aprendizagem pode residir   em dispositivos não humanos.  </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>A capacidade de saber mais   é mais crítica do que aquilo que é conhecido atualmente. </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>É necessário cultivar e   manter conexões para facilitar a aprendizagem contínua.  </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>A habilidade de enxergar   conexões entre áreas, idéias e conceitos é uma habilidade fundamental. </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>Atualização (â€œcurrencyâ€ â€“ conhecimento acurado e em dia) é a intenção de   todas as atividades de aprendizagem conectivistas. </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>A tomada de decisão é, por si só, um processo de aprendizagem. Escolher o que aprender e o significado das informações que chegam é enxergar através das lentes de uma realidade em mudança. Apesar de haver uma resposta certa agora, ela pode ser errada amanhã devido a mudanças nas condições que cercam a informação e que afetam a decisão.</em></p>
</li>
</ul>
</ul>
<p>Leia o artigo > <a target="_blank" href="http://www.elearnspace.org/Articles/connectivism.htm">original </a>, <a target="_blank" href="http://www.webcompetencias.com/textos/conectivismo.htm">traduzido</a></p>
<p>E mais em <a target="_blank" href="http://www.connectivism.ca/">http://www.connectivism.ca/</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Yahoo Time Capsule</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/11/01/yahoo-time-capsule/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Nov 2006 16:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[mídia participativa]]></category>
		<category><![CDATA[net.art]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[yahoo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Time Capsule é um projeto de Jonathan Harris para a Yahoo. Durante um mês &#8211; até dia 8 de Novembro &#8211; pessoas de todo mundo estão criando nesse espaço uma coleção de imagens, videos, textos e sons que representam do ponto de vista de cada um alguns temas fundamentais para o ser humano. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a target="_blank" href="http://timecapsule.yahoo.com/capsule.php">Time Capsule</a> é um projeto de <a target="_blank" href="http://www.number27.org/">Jonathan Harris</a> para a Yahoo. Durante um mês &#8211; até dia 8 de Novembro &#8211; pessoas de todo mundo estão criando nesse espaço uma coleção de imagens, videos, textos e sons que representam do ponto de vista de cada um alguns temas fundamentais para o ser humano. O resultado será fechado numa &#8220;cápsula do tempo&#8221; que se abrirá novamente em 2020.</p>
<blockquote><p><em>The Time Capsule is organized around ten basic ideas, chosen to          illuminate different corners of the human experience. They are:          Love, Sorrow,          Anger,          Faith,          Beauty,          Fun, Past,          Hope, Now,          and You.          Each idea harbors an open-ended question: What do you love? What makes          you sad? What makes you angry? What do you believe in? Whatâ€™s beautiful?          Whatâ€™s fun? What do you remember? What is your wish? Describe your          world. Who are you? People respond to these questions in five simple ways          â€“ with words,          pictures,          videos,          sounds,          and drawings.</em></p></blockquote>
<p align="center"><img alt="ytc.jpg" id="image35" src="http://www.narrowcast.com.br/blog/wp-content/uploads/2006/11/ytc.jpg" /><br />
O site tem formas bem interessantes de apresentar e filtrar a coleção.</p>
<p>É claro que isso é pura publicidade, mesmo assim acho bacana a idéia de tentar capturar um momento histórico, e a forma aberta como isso está sendo feito &#8211; sem edição ou curadoria &#8211; deve gerar um resultado mais próximo da realidade. Mas se em 2020 alguém quiser saber como era a Terra hoje,  uma busca por data no flickr mostraria uma coleção de fotos tiradas espontaneamente, sem nenhuma forma de edição, nem do próprio autor da foto &#8211; isso seria bem mais fiel.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>The Dumpster: A Visualization of Romantic Breakups for 2005</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/10/30/the-dumpster-a-visualization-of-romantic-breakups-for-2005/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Oct 2006 18:47:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[apropriação]]></category>
		<category><![CDATA[hacking]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[representação de dados]]></category>
		<category><![CDATA[semântica]]></category>

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		<description><![CDATA[The Dumpster, de Golan Levin and Kamal Nigam, é uma visualização interativa de milhares de relatos sobre relacionamentos mal-sucedidos. Os trechos são escolhidos por um programa que vasculha blogs adolecentes americanos e interpreta os textos criando relação entre as diversas formas de pé-na-bunda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="500" height="390" src="http://artport.whitney.org/commissions/thedumpster/img/dumpster_press_image.jpg" /></p>
<p><a href="http://artport.whitney.org/commissions/thedumpster/index.html">The Dumpster</a>, de <a target="_blank" href="http://www.flong.com/">Golan Levin</a>  and Kamal Nigam, é uma visualização interativa de milhares de relatos sobre relacionamentos mal-sucedidos.<br />
Os trechos são escolhidos por um programa que vasculha blogs adolecentes americanos e interpreta os textos criando relação entre as diversas formas de pé-na-bunda.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Software Gerenciador de Inteligência Coletiva</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/08/28/software-gerenciador-de-inteligencia-coletiva/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2006/08/28/software-gerenciador-de-inteligencia-coletiva/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2006 14:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[buzz]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[mídia participativa]]></category>
		<category><![CDATA[open source]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[â€œO ICOX é um software livre para gerenciar comunidades virtuais, que pretende ajudar os profissionais de informação, comunicação e conhecimento na implantação de projetos. Visa, portanto, a troca de experiências de pessoas, permitindo, assim, o desenvolvimento de uma inteligência coletiva capaz de potencializar as novas ferramentas interativas da sociedade do conhecimento.â€ Ele foi lançado esses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p class="citation">â€œ<em>O ICOX é um software livre para gerenciar comunidades virtuais, que pretende ajudar os profissionais de informação, comunicação e conhecimento na implantação de projetos. Visa, portanto, a troca de experiências de pessoas, permitindo, assim, o desenvolvimento de uma inteligência coletiva capaz de potencializar as novas ferramentas interativas da sociedade do conhecimento.â€</em></p>
</blockquote>
<p class="citation">Ele foi lançado esses dias com direito a <a href="http://www.ico.org.br/artigo_manifesto.htm">manifesto</a> daqueles bem revolucionários, beirando o estilo <a href="http://emptybottle.org/bullshit/">bullshitr</a>â€¦ Sensacionalismo a parte, a iniciativa é muito bem vinda, deve facilitar o surgimento de um maior número de sites de colaboração e relacionamento.</p>
<p class="citation">Conheça, e use:  <cite><a href="http://icox.phpnuke.org.br/icox.php?mdl=texto&#038;op=oquee">ICOX &#8211; Gerenciador de Inteligêcia Coletiva</a></cite></p>
]]></content:encoded>
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		<title>imteligênssia coletiva</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/08/13/imteligenssia-coletiva/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2006/08/13/imteligenssia-coletiva/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Aug 2006 14:43:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[buzz]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[mídia participativa]]></category>
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		<description><![CDATA[O que vc acha dessa foto? Bonita, feia, boa, ruim, legal, sem graçaâ€¦. Sim, sua opinião ainda conta, mesmo em tempos de coletivismo. A história é que essa imagem foi publicada anonimamente no grupo DeleteMe! do Flickr. Lá cada um dos mais de 3000 participantes pode votar em salvar ou deletar as imagens publicadas. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="500" height="338" src="http://static.flickr.com/18/70458366_7a26052091_o.jpg" /></p>
<p>O que vc acha dessa foto? Bonita, feia, boa, ruim, legal, sem graçaâ€¦.  Sim, sua opinião ainda conta, mesmo em tempos de coletivismo.</p>
<p>A história é que essa imagem foi publicada anonimamente no grupo <a target="_blank" href="http://www.flickr.com/groups/deleteme/">DeleteMe!</a> do Flickr. Lá cada um dos mais de 3000 participantes pode votar em salvar ou deletar as imagens publicadas. A brincadeira é deixar que a coletividade crie uma seleção de imagens que valem a pena serem salvas. O resultado foi que a foto acima, de niguém menos que <a target="_blank" href="http://images.google.com.br/images?q=Cartier-Bresson&#038;hl=pt-BR&#038;lr=&#038;sa=X&#038;oi=images&#038;ct=title">Henri Cartier-Bresson</a>, não passou no crivo da inteligência coletiva. Foi deletada porque, entre outras críticas, <em>â€œficou borradaâ€</em>. Por essas e outras que muita gente anda meio cabrera sobre o assunto.</p>
<p>Jaron Lanier é dos mais bem articulados, em <a target="_blank" href="http://www.edge.org/documents/archive/edge183.html">DIGITAL                     MAOISM: The Hazards of the New Online Collectivism</a> ele debocha dos que acreditam que a inteligência coletiva, gerada por algorítimos sem inteferência humana direta, pode superar a individual.</p>
<blockquote><p><em><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">â€œCollectives                 can be just as stupid as any individual, and in important cases,                 stupider. The interesting question is whether itâ€™s possible to                 map out where the one is smarter than the many.</font>â€<br />
<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">(â€¦)The               beauty of the Internet is that it connects people. The value is               in the other people. If we start to believe the Internet itself               is an entity that has something to say, weâ€™re devaluing those people               and making ourselves into idiots.</font></em>â€œ</p></blockquote>
<p>Um dos argumentos principais é que a mente-muvuca (tradução livre para <em>hive mind</em>, hehehe) se baseia muito mais no <em>buzzing</em> do que na relevância concreta de uma informação pra decidir o que merece destaque. Por isso que em lugares que se baseiam exclusivamente nela para edição de conteúdo vc vai ler sobre o novo recorde mundial de ingestão de sorvete de chocolate e talvez nem fique sabendo sobre assuntos que afetam sua vida diretamente.</p>
<p>Ele dá com exemplo o <a href="http://popurls.com/">popurls</a>.<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A</font>li podemos ver o máximo do buzz mundial em tempo real, pra seu deslumbre ou decepçãoâ€¦</p>
]]></content:encoded>
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		<title>MtvFlux</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/08/01/mtvflux/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2006/08/01/mtvflux/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2006 14:44:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[iTV]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabou de ser inaugurado o site MtvFlux, da MtvUK. Ainda em fase inicial, parece que a idéia é juntar conteúdo para quando a rede for estendida para a tv, mas por enquanto os uploads tão restritos a imagens e ainda preisa de uma aprovação antes que seja publicada no site. = / meio mala. Fui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.mtv.co.uk/themes/mtvuk_theme/img/flux/channel.gif" /><br />
Acabou de ser inaugurado o site <a href="http://www.mtv.co.uk">MtvFlux</a>, da MtvUK.<br />
Ainda em fase inicial, parece que a idéia é juntar conteúdo para quando a rede for estendida para a tv, mas por enquanto os uploads tão restritos a imagens e ainda preisa de uma aprovação antes que seja publicada no site.  =  /  meio mala. Fui colocar uma imagem pra testar e só consegui ver ela no site seis horas depoisâ€¦ não é possível que tenha um controle de conteúdo tão lento.</p>
<p>Isso me parece com um apego ao controle do conteúdo, deve rolar um tabu em torno da qualidade do material e questões de propriedade, material explícito, etcâ€¦..  Talvez isso seja uma questão que outras grandes empresas de comunicação também vão esbarrar ao criar espaços de colaboração. Pra uma empresa dessas a <em>qualidade</em> da sua  programação é o que ela tem de mais precisoso, elas não têm desprendimento pra assumir o papel de plataforma e apostar na inteligência coletiva.</p>
<p>Ponto pras novas iniciativas, sem esses vícios do século XX.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>FluxTv</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/07/29/fluxtv/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2006/07/29/fluxtv/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 Jul 2006 14:46:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[iTV]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[FLUX, da MTV Networks é uma plataforma que usa a internet e mensagens de celular para construir uma rede de relacionamentos e hospedar e transmitir áudio e vídeo gerados por seus usuários. Até aí não há muita novidade, mas o interessante é que a partir de agosto estará no ar (USA e UK = /) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img align="left" src="http://www.flux.tv/gfx/logo_flux.gif" />FLUX, da MTV Networks é uma plataforma que usa a internet e mensagens de celular para construir uma rede de relacionamentos e hospedar e transmitir áudio e vídeo gerados por seus usuários. Até aí não há muita novidade, mas o interessante é que a partir de agosto estará no ar (USA e UK  =  /) o FluxTV que será associado à essa rede, transmitindo conteúdo gerado e editado pela massa de usuários e permitindo comunicação e contribuições em tempo real através de celular.</p>
<p>Fico emocionado, de verdade, em ver surgir padrões de conteúdo e de geração de conteúdo para a tv interativa que vão além do <em>você decide</em>, tirando as pessoas da simples situação de consumidores e permitindo que cada um seja produtor e ainda projetando sistemas de inteligência coletiva editora da programação. lindo.</p>
<p>Espero que não demore muito pra que esse tipo de programação seja viável no Brasil. Não estou falando de HDTV, estou falando de programação participativa, inteligência coletiva, de uma massa de pessoas potencializando seu direito de expressão, e mandando pro passado os meios de comunicação mopolizantes de hoje.</p>
]]></content:encoded>
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	</channel>
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