<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Narrowcast &#187; livros</title>
	<atom:link href="http://www.narrowcast.com.br/tags/livros/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.narrowcast.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 06 Jan 2012 18:01:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Comunidades on-line X Individualismo em Rede</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/05/14/comunidades-on-line-x-individualismo-em-rede/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2008/05/14/comunidades-on-line-x-individualismo-em-rede/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 May 2008 15:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[individualismo em rede]]></category>
		<category><![CDATA[individuliadade]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.narrowcast.com.br/?p=143</guid>
		<description><![CDATA[Comunidades geograficamente definidas (eg: vizinhança) foram o padrão de sociabilidade desde os primórdios da humanidade até o início da era industrial. Esta forma de socialização não desapareceu, mas tem um papel cada vez menor em sociedades modernas. O individualismo é a tendência dominante nas relações sociais em nossas sociedades e dele vemos surgir agora um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comunidades geograficamente definidas <em>(eg: vizinhança)</em> foram o padrão de sociabilidade desde os primórdios da humanidade até o início da era industrial. Esta forma de socialização não desapareceu, mas tem um papel cada vez menor em sociedades modernas. O individualismo é a tendência dominante nas relações sociais em nossas sociedades e dele vemos surgir agora um novo sistema de relações sociais centrado no indivíduo, que vem sendo chamado de <strong>Comunidades Personalizadas</strong> ou <strong>Individualismo em Rede</strong>.</p>
<p>Um encadeamento de fatores nos traz essa nova realidade:</p>
<ul>
<li>A individualização da relação entre capital e trabalho e entre o trabalhador e o processo de trabalho;</li>
<li>A crise do patriacalismo e desintegração da família nuclear tradicional;</li>
<li>Os novos padrões de urbanização onde subúrbios e condomínios isolados fragmentam o sentido espacial de existência;</li>
<li>A crise de legitimidade política, que afasta o indivíduo da esfera pública.</li>
</ul>
<p>A Internet contribui em muito para o estabelecimento do Individualismo em Rede. Não que ela tenha criado este padrão, redes sociais desse tipo sempre existiram fisicamente ou mediadas por tecnologias como o  computador ou o telefone. O que acontece é que com a Internet, a rede social centrada no indivíduo ganha força para se tornar a forma dominante de organização social.</p>
<p>Redes Sociais on-line são especialmente eficazes na criação e manutenção de &#8220;laços fracos&#8221;, aqueles que seriam perdidos se depedessem de um esforço de comunicação maior como um telefonema periódico, por exemplo. Amigos de infância, parentes distantes, antigos colegas de trabalho são exemplos desse tipo de relacionamento. Redes que crescem em torno de interesses específicos criam novos laços fracos, relacionamentos que raramente chegarão a um único encontro pessoal, quanto menos a uma relação duradoura. Mas, se as conexões específicas não são duradouras, o fluxo de novas relações é permanente, e essa é uma das manifestações sociais do individualismo em rede.</p>
<p>&#8220;O indivdualismo em rede é um padrão social, não um acúmulo de indivíduos isolados&#8221;. Como as pessoas podem pertencer facilmente a várias redes, indivíduos tendem a construir seus <em>portfólios de sociabilidade</em>, investindo diferentemente sua atenção a cada uma delas. Fica visível aí a diferença entre os conceitos de comunidade e  individualismo em rede:</p>
<ul>
<li>Em uma <strong>comunidade </strong>o foco está no coletivo, que permite ou não a participação de cada indivíduo em busca do bem comum, proporcionando sociabilidade, apoio, informação e um senso de integração e identidades social;</li>
<li>No <strong>Individualismo em Rede</strong> é cada indivíduo que escolhe quem fará parte de sua rede pessoal, buscando o benefício dele mesmo. Cada rede individual é única, e muitas vezes seus integrantes não desenvolvem um relacionamento direto entre si, somente com o indivíduo central. A maior parte dos relacionamentos são laços fracos.</li>
</ul>
<p>Disso decorre uma extrema flexibilidade e diversidade do relacionamento, mas também é uma maneira de acentuar a dissolução de instituições sociais tradiconais. Nossos desenvolvimentos tecnológicos estão aumentando as chances do individualismo em rede se tornar a forma dominante de sociabilidade. Assim estamos construindo a sociedade em rede. E é conflitante para nós que vivemos esta transição escolher entre o apego às tradições que constroem nosso imaginário ou a busca de uma nova forma de sociabilidade, altamente libertária, mas sem grande referências que nos dêem sentido.</p>
<p>Referências:</p>
<p><a href="http://jcmc.indiana.edu/vol8/issue3/wellman.html">The Social Affordances of the Internet for Networked Individualism</a>, Barry Wellman<br />
<a href="http://www.chass.utoronto.ca/~wellman/publications/littleboxes/littlebox.PDF">Little Boxes, Glocalization, and Networked Individualism</a>, Barry Wellman<a href="http://www.chass.utoronto.ca/~wellman/publications/littleboxes/littlebox.PDF"><br />
</a> <a href="http://compare.buscape.com.br/a-galaxia-da-internet-castells-manuel-8571107408.html">A Galáxia da Internet</a>, Manuel Castells</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.narrowcast.com.br/2008/05/14/comunidades-on-line-x-individualismo-em-rede/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ferramentas de Inteligência Coletiva (Sobre “O Conhecimento em Rede”, de M. Cavalcanti e C. Nepomuceno &#8211; 3 de 3)</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/05/07/ferramentas-de-inteligencia-coletiva/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2008/05/07/ferramentas-de-inteligencia-coletiva/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 15:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.narrowcast.com.br/?p=142</guid>
		<description><![CDATA[O sucesso da implantação de um projeto de Inteligência coletiva depende, e muito, da criação ou escolha correta da ferramenta que servirá de suporte para ela. Seja a comunidade em rede articulada ou desarticulada, consciente ou inconsciente, a ferramenta de suporte para ela precisa apresentar um pré-requisito fundamental: toda a sua criação e seu desenvolvimento deve ser voltado à comunicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso da implantação de um projeto de Inteligência coletiva depende, e muito, da criação ou escolha correta da ferramenta que servirá de suporte para ela.</p>
<p>Seja a comunidade em rede articulada ou desarticulada, consciente ou inconsciente, a ferramenta de suporte para ela precisa apresentar um pré-requisito fundamental: toda a sua criação e seu desenvolvimento deve ser voltado à comunicação horizontal, de muitos para muitos e em rede. Desde a sua origem até a sua manutenção precisam ser guiadas por este conceito.</p>
<p>Sites alinhados a este conceito de comunicação estão definindo tendências para as ferramentas de inteligência coletiva a medida em que se desenvolvem. A tabela a seguir compara características de sites baseadas no modelo um-para-muitos com sites que adotam o conceito muitos-para-muitos: </p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="4" width="100%" bordercolor="#999999">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Sites um-para-muitos</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Sites muitos-para-muitos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>
<ul>
<li>Gestor de conteúdo</li>
<li>Conteúdo sem interação</li>
<li>Informações sem medição de relevância</li>
<li>Usuários leitores</li>
<li>Relacionamento Instituição &gt; Usuário</li>
<li>Usuário Invisível</li>
</ul>
</td>
<td>
<ul>
<li>Animador de comunidade</li>
<li>Conteúdo interativo</li>
<li>Informações com medição de relevência, a partir do rastro</li>
<li>Usuários leitores/redatores</li>
<li>Relacionamento Usuário &lt; &gt; Usuário</li>
<li>Usuário visível</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p>Os autores descrevem os <strong>cinco ambientes</strong> que formam uma ferramenta de Inteligência Coletiva:</p>
<p><strong>Ambiente do Usuário<br />
</strong>Cada usuário deve ter o seu espaço individual, que é o ponto de partida para toda atividade realizada por ele na rede. Ali ele estabelece sua identidade à medida em que disponibiliza informações que considera relevante. Deve estar a disposição do usuário neste ambiente as ferramentas de publicação e interação que ele possa fazer uso. A ferramenta deve também permitir uma articulação entre este espaço e o espaço das comunidades que o usuário aderiu. </p>
<p><strong>Ambiente de Comunidade</strong><br />
Deve permitir a publicação de conteúdo próprio da comunidade por seus membros, apresentando as ferramentas de publicação e interação adequadas. É importante que seja trabalhada também a Inteligência Coletiva Incosciente, através do aproveitamento do rastro das ações de cada usuário que passe por ali, e que estes dados sirvam para uma edição automática do conteúdo por relevência.</p>
<p><strong>Ambiente de Animação</strong><br />
Deve ser oferecido aqui instrumentos para que se analide o conjunto de contribuições realizadas e destaque aquelas capazes de gerar mais conhecimento ou ao menos fazer a comunidade avançar em seu funcionamento. Isso é fundamental para guiar a comunidade rumoa seus objetivos estratégicos e projeto geral. A animação pode ser realizada por uma pessoa, um grupo ou ainda pelo próprio software de maneira automatizada.</p>
<p><strong>Ambiente de Administração</strong><br />
Este ambiente deve oferecer instrumento para o acompanhamento e controle, atrvés de relatórios, de toda a atividade dos usuários e comunidades, e sistemas de avaliação do desempenho do projeto.</p>
<p><strong>Ambiente de Busca</strong><br />
É necessário a disponibilização de um mecanismo de busca por conteúdo, pessoas e comunidades. É interessante o uso de <em>folksonomia</em> (tags), o que permite que a própria comunidade, a medida em desenvolve o conteúdo estabeleca parâmentros para sua referenciação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.narrowcast.com.br/2008/05/07/ferramentas-de-inteligencia-coletiva/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estruturas para a Inteligência Coletiva (Sobre “O Conhecimento em Rede”, de M. Cavalcanti e C. Nepomuceno &#8211; 2 de 3)</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/estruturas-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-%e2%80%9co-conhecimento-em-rede%e2%80%9d-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-2-de-3/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/estruturas-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-%e2%80%9co-conhecimento-em-rede%e2%80%9d-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-2-de-3/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 15:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/estruturas-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-%e2%80%9co-conhecimento-em-rede%e2%80%9d-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-2-de-3/</guid>
		<description><![CDATA[Os autores identificam três formas de gerar Inteligência Coletiva em rede: A Inteligência Coletiva Inconsciente: aquela em que o usuário contribui com alguma informação para o coletivo mesmo sem saber, pelo simples ato de navegar; A Inteligência Coletiva Consciente: aquela em que o usuário contribui de maneira voluntária; A Inteligência Coletiva Plena: aquela em que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p goog_docs_charIndex="1150">Os autores identificam três formas de gerar Inteligência Coletiva em rede:</p>
<ul>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">A <strong>Inteligência Coletiva Inconsciente</strong>: aquela em que o usuário contribui com alguma informação para o coletivo mesmo sem saber, pelo simples ato de navegar;</p>
</li>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">A <strong>Inteligência Coletiva Consciente</strong>: aquela em que o usuário contribui de maneira voluntária;</p>
</li>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">A <strong>Inteligência Coletiva Plena</strong>: aquela em que se consegue, num mesmo ambiente, potencializar as duas formas anteriores.  </p>
</li>
</ul>
<p goog_docs_charIndex="1150">Uma divisão do trabalho é sugerida. Nela cabe a profissionais de tecnologia construir robos para coletar rastros que formam a Inteligência coletiva Inconsciente, enquanto aos profissionais de informação e comunicação cabe a tarefa de implantar e monitorar a Consciente, onde se lida basicamente com pessoas.</p>
<p goog_docs_charIndex="1150">Há ainda dois tipos principais de Redes de interação:</p>
<ul>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">As <strong>Redes Articuladas</strong>, em que há uma participação regular, voluntária, efetiva e consciente. ex.: Wikipedia;</p>
</li>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">As <strong>Redes Desarticuladas</strong>, em que há uma participação irregular, involuntária, pouco efetiva e inconsiente. ex.: Blogosfera.</p>
</li>
</ul>
<p goog_docs_charIndex="1150"> Esses formatos se combinam para estruturar os diversos tipos de comunidades que conhecemos. O design (projeto) de uma comunidade deve considerar qual a melhor estrutura de acordo com as pessoas envolvidas nela e os objetivos que se pretende alcançar. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/estruturas-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-%e2%80%9co-conhecimento-em-rede%e2%80%9d-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-2-de-3/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O amadurecimento da Web como plataforma para a Inteligência Coletiva (Sobre &#8220;O Conhecimento em Rede&#8221;, de M. Cavalcanti e C. Nepomuceno &#8211; 1 de 3)</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/o-amadurecimento-da-web-como-plataforma-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-o-conhecimento-em-rede-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-1-de-3/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/o-amadurecimento-da-web-como-plataforma-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-o-conhecimento-em-rede-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-1-de-3/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 15:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/o-amadurecimento-da-web-como-plataforma-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-o-conhecimento-em-rede-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-1-de-3/</guid>
		<description><![CDATA[Este é o primeiro de uma série de posts sobre o livro &#8220;O Conhecimento em Rede&#8221; de Marcos Cavalcanti e Carlos Nepomuceno. Trata-se de um paráfrase resumida, como exercício de estudo. &#8220;Web 2.0 é um conceito para agrupar, nomear e incentivar projetos que expandem o principal potencial do ambiente de rede &#8211; um novo meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Este é o primeiro de uma série de posts sobre o livro <a href="http://www.ico.org.br/release.htm">&#8220;O Conhecimento em Rede&#8221; de </a></em><a href="http://www.ico.org.br/release.htm">Marcos Cavalcanti e Carlos Nepomuceno</a><em>. Trata-se de um paráfrase resumida, como exercício de estudo.</em></p>
<blockquote><p>&#8220;Web 2.0 é um conceito para agrupar, nomear e incentivar projetos que expandem o principal potencial do ambiente de rede &#8211; um novo meio voltado para a interação, e capaz de implementar novas formas de produzir conhecimento: a Inteligência Coletiva em rede.&#8221; </p></blockquote>
<p>Nos últimos 15 anos, tentamos transpor para a web o modelo verticalizado dos meios de comunicação do passado &#8211; um emissor falando a uma platéia enorme e passiva. Hoje, descobrimos a possibilidade da comunicação horizontal, de muitos para muitos, uma forma de comunicação com um poder transfomador poderoso, e uma mudança irreversível.</p>
<p><strong>Fases do ciberespaço:</strong></p>
<table border="1" width="100%" cellPadding="4" cellSpacing="0" borderColor="#999999">
<tr>
<td rowSpan="2" align="center" vAlign="middle"><strong>Web 1.0</strong></td>
<td>Formação (1960 a 1995)</td>
<td>Do âmbito acadêmico à Internet comercial</td>
</tr>
<tr>
<td>Povoamento (1995 a 2005)</td>
<td>Da Internet comercial à Web2.0<br />
<em>(Transposição do modelo tradiconal &#8220;um para muitos&#8221;)</em></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" vAlign="middle"><strong>Web 2.0</strong></td>
<td>Início dos projetos de Inteligência Coletiva (2005)</td>
<td>Desde a chegada da Web2.0<br />
<em>(Projetos assumidamente voltados para o modelo &#8220;muitos para muitos&#8221;)</em></td>
</tr>
</table>
<p>Redes projetadas para explorar esse modelo de interação geram possibilidades de colaboração sem precedentes, criando uma nova dimensão para a inovação. O Linux e a Wikipedia são exemplos conhecidos da força do processo de construção colaborativa de conhecimento que chamamos de Inteligência Coletiva.</p>
<p>O desenvolvimento das comunidades em redes está gerando uma revolução cultural, social e tecnológica ainda maior do que a gerada pelos computadores pessoais, e pela própria internet. Tudo isso parece ser o início de uma grande mudança igual a que o mundo assitiu quando da invenção da prensa de tipos móveis de Gutenberg. Uma mudança de paradigma de comunicação que alavancou mudanças socias como a Reforma Protestante e desencadeou uma proliferação de idéias que cominou na Revolução Burguesa e Industrial pela Europa e América.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/o-amadurecimento-da-web-como-plataforma-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-o-conhecimento-em-rede-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-1-de-3/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

