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	<title>Narrowcast &#187; redes sociais</title>
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		<title>Plurk incentiva participação com estratégias de game</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 15:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[game]]></category>
		<category><![CDATA[microblogging]]></category>
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		<description><![CDATA[O Plurk é um novo seriço de microblogging que ganhou público rapidamente. Me parece que este boom foi em parte consequencia de falhas no sistema do twitter, mas também graças à estratégia de engajamento dos participantes que lembra muito o ambiente de um game.
A experiência de usar o Plurk é muito parecida com a de estar em um jogo. Cada participante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="float: left;" src="http://www.plurk.com/static/creatures/big/1.png" alt="" width="117" height="77" />O <a href="http://plurk.com/redeemByURL?from_uid=12352&amp;check=-1314569671&amp;s=1"><strong>Plurk</strong> </a>é um novo seriço de microblogging que ganhou público rapidamente. Me parece que este boom foi em parte consequencia de falhas no sistema do twitter, mas também graças à estratégia de engajamento dos participantes que lembra muito o ambiente de um game.</p>
<p>A experiência de usar o Plurk é muito parecida com a de estar em um jogo. Cada participante tem sua pontuação, o <strong>Karma</strong>. Quanto mais ativo na rede mais karma, e quanto mais karma mais recursos são liberados. Como num RPG em que cada inimigo que você derrota novos poderes são conquistados.</p>
<p>Além do karma há também as <strong>estrelinhas</strong>, que indicam alguém que trouxe muitos amigos pro jogo. Um bom recrutador que trouxe 10 amigos pro jogo ganha a primeira estrelinha, e ela vai mudando de cor conforme novos amigos seguem seu convite. Assim temos dois padrões de status paralelos, o nível de experiência (karma) e a popularidade (estrelinhas). </p>
<p><img class="alignright" style="float: right;" src="http://www.plurk.com/static/creatures/big/2.png" alt="" width="85" height="102" />O que eles dão em troca são basicamente opções de customização da interface e dos posts. Colocar título na sua página pessoal, emoticons &#8216;exclusivos&#8217; para seus posts, e coisas assim. Esses reursos tornam sua experiência mais divertida e, é claro, seu status mais invejável. </p>
<p><a href="http://plurk.com/redeemByURL?from_uid=12352&amp;check=-1314569671&amp;s=1">Então &#8221;me add no plurk&#8221;</a>, pra me ajudar a ganhar uma estrelinha e alguns emoticons, hehehehe. <img src="http://www.plurk.com/static/emoticons/silver/dance.gif" alt="" width="33" height="35" />  <img src="http://www.plurk.com/static/emoticons/platinum/yupi.gif" alt="" width="42" height="27" /><img src="http://www.plurk.com/static/emoticons/gold/rock_n_roll.gif" alt="" width="29" height="25" /></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Comunidades on-line X Individualismo em Rede</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 15:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[individualismo em rede]]></category>
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		<description><![CDATA[Comunidades geograficamente definidas (eg: vizinhança) foram o padrão de sociabilidade desde os primórdios da humanidade até o início da era industrial. Esta forma de socialização não desapareceu, mas tem um papel cada vez menor em sociedades modernas. O individualismo é a tendência dominante nas relações sociais em nossas sociedades e dele vemos surgir agora um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comunidades geograficamente definidas <em>(eg: vizinhança)</em> foram o padrão de sociabilidade desde os primórdios da humanidade até o início da era industrial. Esta forma de socialização não desapareceu, mas tem um papel cada vez menor em sociedades modernas. O individualismo é a tendência dominante nas relações sociais em nossas sociedades e dele vemos surgir agora um novo sistema de relações sociais centrado no indivíduo, que vem sendo chamado de <strong>Comunidades Personalizadas</strong> ou <strong>Individualismo em Rede</strong>.</p>
<p>Um encadeamento de fatores nos traz essa nova realidade:</p>
<ul>
<li>A individualização da relação entre capital e trabalho e entre o trabalhador e o processo de trabalho;</li>
<li>A crise do patriacalismo e desintegração da família nuclear tradicional;</li>
<li>Os novos padrões de urbanização onde subúrbios e condomínios isolados fragmentam o sentido espacial de existência;</li>
<li>A crise de legitimidade política, que afasta o indivíduo da esfera pública.</li>
</ul>
<p>A Internet contribui em muito para o estabelecimento do Individualismo em Rede. Não que ela tenha criado este padrão, redes sociais desse tipo sempre existiram fisicamente ou mediadas por tecnologias como o  computador ou o telefone. O que acontece é que com a Internet, a rede social centrada no indivíduo ganha força para se tornar a forma dominante de organização social.</p>
<p>Redes Sociais on-line são especialmente eficazes na criação e manutenção de &#8220;laços fracos&#8221;, aqueles que seriam perdidos se depedessem de um esforço de comunicação maior como um telefonema periódico, por exemplo. Amigos de infância, parentes distantes, antigos colegas de trabalho são exemplos desse tipo de relacionamento. Redes que crescem em torno de interesses específicos criam novos laços fracos, relacionamentos que raramente chegarão a um único encontro pessoal, quanto menos a uma relação duradoura. Mas, se as conexões específicas não são duradouras, o fluxo de novas relações é permanente, e essa é uma das manifestações sociais do individualismo em rede.</p>
<p>&#8220;O indivdualismo em rede é um padrão social, não um acúmulo de indivíduos isolados&#8221;. Como as pessoas podem pertencer facilmente a várias redes, indivíduos tendem a construir seus <em>portfólios de sociabilidade</em>, investindo diferentemente sua atenção a cada uma delas. Fica visível aí a diferença entre os conceitos de comunidade e  individualismo em rede:</p>
<ul>
<li>Em uma <strong>comunidade </strong>o foco está no coletivo, que permite ou não a participação de cada indivíduo em busca do bem comum, proporcionando sociabilidade, apoio, informação e um senso de integração e identidades social;</li>
<li>No <strong>Individualismo em Rede</strong> é cada indivíduo que escolhe quem fará parte de sua rede pessoal, buscando o benefício dele mesmo. Cada rede individual é única, e muitas vezes seus integrantes não desenvolvem um relacionamento direto entre si, somente com o indivíduo central. A maior parte dos relacionamentos são laços fracos.</li>
</ul>
<p>Disso decorre uma extrema flexibilidade e diversidade do relacionamento, mas também é uma maneira de acentuar a dissolução de instituições sociais tradiconais. Nossos desenvolvimentos tecnológicos estão aumentando as chances do individualismo em rede se tornar a forma dominante de sociabilidade. Assim estamos construindo a sociedade em rede. E é conflitante para nós que vivemos esta transição escolher entre o apego às tradições que constroem nosso imaginário ou a busca de uma nova forma de sociabilidade, altamente libertária, mas sem grande referências que nos dêem sentido.</p>
<p>Referências:</p>
<p><a href="http://jcmc.indiana.edu/vol8/issue3/wellman.html">The Social Affordances of the Internet for Networked Individualism</a>, Barry Wellman<br />
<a href="http://www.chass.utoronto.ca/~wellman/publications/littleboxes/littlebox.PDF">Little Boxes, Glocalization, and Networked Individualism</a>, Barry Wellman<a href="http://www.chass.utoronto.ca/~wellman/publications/littleboxes/littlebox.PDF"><br />
</a> <a href="http://compare.buscape.com.br/a-galaxia-da-internet-castells-manuel-8571107408.html">A Galáxia da Internet</a>, Manuel Castells</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Ferramentas de Inteligência Coletiva (Sobre “O Conhecimento em Rede”, de M. Cavalcanti e C. Nepomuceno &#8211; 3 de 3)</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/05/07/ferramentas-de-inteligencia-coletiva/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2008/05/07/ferramentas-de-inteligencia-coletiva/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 15:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O sucesso da implantação de um projeto de Inteligência coletiva depende, e muito, da criação ou escolha correta da ferramenta que servirá de suporte para ela.
Seja a comunidade em rede articulada ou desarticulada, consciente ou inconsciente, a ferramenta de suporte para ela precisa apresentar um pré-requisito fundamental: toda a sua criação e seu desenvolvimento deve ser voltado à comunicação horizontal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso da implantação de um projeto de Inteligência coletiva depende, e muito, da criação ou escolha correta da ferramenta que servirá de suporte para ela.</p>
<p>Seja a comunidade em rede articulada ou desarticulada, consciente ou inconsciente, a ferramenta de suporte para ela precisa apresentar um pré-requisito fundamental: toda a sua criação e seu desenvolvimento deve ser voltado à comunicação horizontal, de muitos para muitos e em rede. Desde a sua origem até a sua manutenção precisam ser guiadas por este conceito.</p>
<p>Sites alinhados a este conceito de comunicação estão definindo tendências para as ferramentas de inteligência coletiva a medida em que se desenvolvem. A tabela a seguir compara características de sites baseadas no modelo um-para-muitos com sites que adotam o conceito muitos-para-muitos: </p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="4" width="100%" bordercolor="#999999">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Sites um-para-muitos</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Sites muitos-para-muitos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>
<ul>
<li>Gestor de conteúdo</li>
<li>Conteúdo sem interação</li>
<li>Informações sem medição de relevância</li>
<li>Usuários leitores</li>
<li>Relacionamento Instituição &gt; Usuário</li>
<li>Usuário Invisível</li>
</ul>
</td>
<td>
<ul>
<li>Animador de comunidade</li>
<li>Conteúdo interativo</li>
<li>Informações com medição de relevência, a partir do rastro</li>
<li>Usuários leitores/redatores</li>
<li>Relacionamento Usuário &lt; &gt; Usuário</li>
<li>Usuário visível</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p>Os autores descrevem os <strong>cinco ambientes</strong> que formam uma ferramenta de Inteligência Coletiva:</p>
<p><strong>Ambiente do Usuário<br />
</strong>Cada usuário deve ter o seu espaço individual, que é o ponto de partida para toda atividade realizada por ele na rede. Ali ele estabelece sua identidade à medida em que disponibiliza informações que considera relevante. Deve estar a disposição do usuário neste ambiente as ferramentas de publicação e interação que ele possa fazer uso. A ferramenta deve também permitir uma articulação entre este espaço e o espaço das comunidades que o usuário aderiu. </p>
<p><strong>Ambiente de Comunidade</strong><br />
Deve permitir a publicação de conteúdo próprio da comunidade por seus membros, apresentando as ferramentas de publicação e interação adequadas. É importante que seja trabalhada também a Inteligência Coletiva Incosciente, através do aproveitamento do rastro das ações de cada usuário que passe por ali, e que estes dados sirvam para uma edição automática do conteúdo por relevência.</p>
<p><strong>Ambiente de Animação</strong><br />
Deve ser oferecido aqui instrumentos para que se analide o conjunto de contribuições realizadas e destaque aquelas capazes de gerar mais conhecimento ou ao menos fazer a comunidade avançar em seu funcionamento. Isso é fundamental para guiar a comunidade rumoa seus objetivos estratégicos e projeto geral. A animação pode ser realizada por uma pessoa, um grupo ou ainda pelo próprio software de maneira automatizada.</p>
<p><strong>Ambiente de Administração</strong><br />
Este ambiente deve oferecer instrumento para o acompanhamento e controle, atrvés de relatórios, de toda a atividade dos usuários e comunidades, e sistemas de avaliação do desempenho do projeto.</p>
<p><strong>Ambiente de Busca</strong><br />
É necessário a disponibilização de um mecanismo de busca por conteúdo, pessoas e comunidades. É interessante o uso de <em>folksonomia</em> (tags), o que permite que a própria comunidade, a medida em desenvolve o conteúdo estabeleca parâmentros para sua referenciação.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estruturas para a Inteligência Coletiva (Sobre “O Conhecimento em Rede”, de M. Cavalcanti e C. Nepomuceno &#8211; 2 de 3)</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/estruturas-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-%e2%80%9co-conhecimento-em-rede%e2%80%9d-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-2-de-3/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/estruturas-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-%e2%80%9co-conhecimento-em-rede%e2%80%9d-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-2-de-3/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 15:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Os autores identificam três formas de gerar Inteligência Coletiva em rede:


A Inteligência Coletiva Inconsciente: aquela em que o usuário contribui com alguma informação para o coletivo mesmo sem saber, pelo simples ato de navegar;


A Inteligência Coletiva Consciente: aquela em que o usuário contribui de maneira voluntária;


A Inteligência Coletiva Plena: aquela em que se consegue, num mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p goog_docs_charIndex="1150">Os autores identificam três formas de gerar Inteligência Coletiva em rede:</p>
<ul>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">A <strong>Inteligência Coletiva Inconsciente</strong>: aquela em que o usuário contribui com alguma informação para o coletivo mesmo sem saber, pelo simples ato de navegar;</p>
</li>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">A <strong>Inteligência Coletiva Consciente</strong>: aquela em que o usuário contribui de maneira voluntária;</p>
</li>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">A <strong>Inteligência Coletiva Plena</strong>: aquela em que se consegue, num mesmo ambiente, potencializar as duas formas anteriores.  </p>
</li>
</ul>
<p goog_docs_charIndex="1150">Uma divisão do trabalho é sugerida. Nela cabe a profissionais de tecnologia construir robos para coletar rastros que formam a Inteligência coletiva Inconsciente, enquanto aos profissionais de informação e comunicação cabe a tarefa de implantar e monitorar a Consciente, onde se lida basicamente com pessoas.</p>
<p goog_docs_charIndex="1150">Há ainda dois tipos principais de Redes de interação:</p>
<ul>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">As <strong>Redes Articuladas</strong>, em que há uma participação regular, voluntária, efetiva e consciente. ex.: Wikipedia;</p>
</li>
<li>
<p goog_docs_charIndex="1150">As <strong>Redes Desarticuladas</strong>, em que há uma participação irregular, involuntária, pouco efetiva e inconsiente. ex.: Blogosfera.</p>
</li>
</ul>
<p goog_docs_charIndex="1150"> Esses formatos se combinam para estruturar os diversos tipos de comunidades que conhecemos. O design (projeto) de uma comunidade deve considerar qual a melhor estrutura de acordo com as pessoas envolvidas nela e os objetivos que se pretende alcançar. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O amadurecimento da Web como plataforma para a Inteligência Coletiva (Sobre &#8220;O Conhecimento em Rede&#8221;, de M. Cavalcanti e C. Nepomuceno &#8211; 1 de 3)</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/o-amadurecimento-da-web-como-plataforma-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-o-conhecimento-em-rede-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-1-de-3/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/o-amadurecimento-da-web-como-plataforma-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-o-conhecimento-em-rede-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-1-de-3/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 15:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/o-amadurecimento-da-web-como-plataforma-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-o-conhecimento-em-rede-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-1-de-3/</guid>
		<description><![CDATA[Este é o primeiro de uma série de posts sobre o livro &#8220;O Conhecimento em Rede&#8221; de Marcos Cavalcanti e Carlos Nepomuceno. Trata-se de um paráfrase resumida, como exercício de estudo.
&#8220;Web 2.0 é um conceito para agrupar, nomear e incentivar projetos que expandem o principal potencial do ambiente de rede &#8211; um novo meio voltado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Este é o primeiro de uma série de posts sobre o livro <a href="http://www.ico.org.br/release.htm">&#8220;O Conhecimento em Rede&#8221; de </a></em><a href="http://www.ico.org.br/release.htm">Marcos Cavalcanti e Carlos Nepomuceno</a><em>. Trata-se de um paráfrase resumida, como exercício de estudo.</em></p>
<blockquote><p>&#8220;Web 2.0 é um conceito para agrupar, nomear e incentivar projetos que expandem o principal potencial do ambiente de rede &#8211; um novo meio voltado para a interação, e capaz de implementar novas formas de produzir conhecimento: a Inteligência Coletiva em rede.&#8221; </p></blockquote>
<p>Nos últimos 15 anos, tentamos transpor para a web o modelo verticalizado dos meios de comunicação do passado &#8211; um emissor falando a uma platéia enorme e passiva. Hoje, descobrimos a possibilidade da comunicação horizontal, de muitos para muitos, uma forma de comunicação com um poder transfomador poderoso, e uma mudança irreversível.</p>
<p><strong>Fases do ciberespaço:</strong></p>
<table border="1" width="100%" cellPadding="4" cellSpacing="0" borderColor="#999999">
<tr>
<td rowSpan="2" align="center" vAlign="middle"><strong>Web 1.0</strong></td>
<td>Formação (1960 a 1995)</td>
<td>Do âmbito acadêmico à Internet comercial</td>
</tr>
<tr>
<td>Povoamento (1995 a 2005)</td>
<td>Da Internet comercial à Web2.0<br />
<em>(Transposição do modelo tradiconal &#8220;um para muitos&#8221;)</em></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" vAlign="middle"><strong>Web 2.0</strong></td>
<td>Início dos projetos de Inteligência Coletiva (2005)</td>
<td>Desde a chegada da Web2.0<br />
<em>(Projetos assumidamente voltados para o modelo &#8220;muitos para muitos&#8221;)</em></td>
</tr>
</table>
<p>Redes projetadas para explorar esse modelo de interação geram possibilidades de colaboração sem precedentes, criando uma nova dimensão para a inovação. O Linux e a Wikipedia são exemplos conhecidos da força do processo de construção colaborativa de conhecimento que chamamos de Inteligência Coletiva.</p>
<p>O desenvolvimento das comunidades em redes está gerando uma revolução cultural, social e tecnológica ainda maior do que a gerada pelos computadores pessoais, e pela própria internet. Tudo isso parece ser o início de uma grande mudança igual a que o mundo assitiu quando da invenção da prensa de tipos móveis de Gutenberg. Uma mudança de paradigma de comunicação que alavancou mudanças socias como a Reforma Protestante e desencadeou uma proliferação de idéias que cominou na Revolução Burguesa e Industrial pela Europa e América.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.narrowcast.com.br/2008/03/25/o-amadurecimento-da-web-como-plataforma-para-a-inteligencia-coletiva-sobre-o-conhecimento-em-rede-de-m-cavalcanti-e-c-nepomuceno-1-de-3/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Mapa Mundi da Redes Sociais</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/07/04/mapa-mundi-da-redes-sociais/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2007/07/04/mapa-mundi-da-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Jul 2007 22:44:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais informativo e menos engraçadinho que aquele outro que rodou por aí há um tempo atrás, esse mapa mostra a predominância das ferramentas sociais em vários países de acordo com o Alexa.
A divisão politico-geográfica é interessante, mas seria legal visualizar como essa redes constróem nações que não respeitam frontreiras e que se sobrepõe umas às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://valleywag.com/assets/resources/Picture%20360.jpg" alt="mapa mundi das redes sociais" width="600"/></p>
<p>Mais informativo e menos engraçadinho que <a href="http://www.narrowcast.com.br/2007/05/03/mapa-da-web-colaborativa/">aquele outro</a> que rodou por aí há um tempo atrás, esse <a href="http://valleywag.com/tech/data-junkie/the-world-map-of-social-networks-273201.php">mapa </a>mostra a predominância das ferramentas sociais em vários países de acordo com o Alexa.</p>
<p>A divisão politico-geográfica é interessante, mas seria legal visualizar como essa redes constróem nações que não respeitam frontreiras e que se sobrepõe umas às outras. Por exemplo a nação Orkut que se concentra pelo sul dos continentes Americano e Asiático mas também aparece polvilhada por todos os outros cantos do globo.</p>
<p>via <a href="http://www.viuisso.com.br/2007/07/04/o-mapamundi-das-redes-sociais/">Viu Isso?</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.narrowcast.com.br/2007/07/04/mapa-mundi-da-redes-sociais/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>2057 &#8211; Teste de campanha viral</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/02/15/2057-teste-de-campanha-viral/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2007/02/15/2057-teste-de-campanha-viral/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2007 18:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[apropriação]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>
		<category><![CDATA[viral]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Fiz esse vídeo como trabalho pra faculdade, e aprovetando o embalo eu e o Tiago estamos fazendo teste de campanha viral em cima dele.
Até agora, com divulgação só pelo meu delicious, ele teve 43 acessos. Estamos publicando links pra ele nos nossos blogs, com tags pro technorati, e otimizando as tags dele no youTube. Logo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zjNvWoa0rls"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/zjNvWoa0rls" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p>Fiz esse vídeo como trabalho pra faculdade, e aprovetando o embalo eu e o <a href="http://www.splatterbit.com">Tiago </a>estamos fazendo teste de campanha viral em cima dele.</p>
<p>Até agora, com divulgação só pelo meu delicious, ele teve 43 acessos. Estamos publicando links pra ele nos nossos blogs, com tags pro technorati, e otimizando as tags dele no youTube. Logo deve sair uma versão em ingles tb.</p>
<p>O youTube bem que podia ter uma área de estatística pra controle dos acessos&#8230; Seria bacana ver o que tem mais influência na divulgação.</p>
<p>alguma referências:<br />
<a href="http://www.baekdal.com/articles/Branding/viral-marketing-tricks/">7 tricks to Viral Web Marketing</a><br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/12/17/social-media-optimization-o-marketing-em-redes-sociais/">Social Media Optimization, marketing em redes sociais</a><br />
<a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/12/26/a-cura-para-o-marketing-viral-de-mal-jeito/">A cura para o marketing viral de mal jeito</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conectivismo</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/11/02/conectivismo/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2006 00:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[conectivismo]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Metade do que é conhecido hoje não era conhecido há 10 anos atrás. A quantidade de conhecimento no mundo dobrou nos últimos 10 anos e está dobrando a cada 18 meses. Por isso, nossa habilidade em aprender aquilo   que precisamos para amanhã é mais importante do que aquilo que sabemos hoje.  &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Metade do que é conhecido hoje não era conhecido há 10 anos atrás. A quantidade de conhecimento no mundo dobrou nos últimos 10 anos e está dobrando a cada 18 meses. Por isso, nossa habilidade em aprender aquilo   que precisamos para amanhã é mais importante do que aquilo que sabemos hoje.  &#8211;   É a partir desta constatação que <a target="_blank" href="http://www.elearnspace.org/">George Siemens</a> propõe o Conetivismo como alternativa a teorias de aprendizagem anteriores ao impacto da Tecnologia da Informação</p>
<blockquote>
<p class="texto"><em>Princípios do   conectivismo:</em></p>
</blockquote>
<ul type="disc">
<ul>
<li>
<p class="texto"><em>Aprendizagem e conhecimento   apoiam-se na diversidade de opiniões.   </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>Aprendizagem é um processo   de conectar nós especializados ou fontes de informação. </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>Aprendizagem pode residir   em dispositivos não humanos.  </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>A capacidade de saber mais   é mais crítica do que aquilo que é conhecido atualmente. </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>É necessário cultivar e   manter conexões para facilitar a aprendizagem contínua.  </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>A habilidade de enxergar   conexões entre áreas, idéias e conceitos é uma habilidade fundamental. </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>Atualização (â€œcurrencyâ€ â€“ conhecimento acurado e em dia) é a intenção de   todas as atividades de aprendizagem conectivistas. </em></p>
</li>
<li>
<p class="texto"><em>A tomada de decisão é, por si só, um processo de aprendizagem. Escolher o que aprender e o significado das informações que chegam é enxergar através das lentes de uma realidade em mudança. Apesar de haver uma resposta certa agora, ela pode ser errada amanhã devido a mudanças nas condições que cercam a informação e que afetam a decisão.</em></p>
</li>
</ul>
</ul>
<p>Leia o artigo > <a target="_blank" href="http://www.elearnspace.org/Articles/connectivism.htm">original </a>, <a target="_blank" href="http://www.webcompetencias.com/textos/conectivismo.htm">traduzido</a></p>
<p>E mais em <a target="_blank" href="http://www.connectivism.ca/">http://www.connectivism.ca/</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Software Gerenciador de Inteligência Coletiva</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/08/28/software-gerenciador-de-inteligencia-coletiva/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2006/08/28/software-gerenciador-de-inteligencia-coletiva/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2006 14:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[buzz]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[mídia participativa]]></category>
		<category><![CDATA[open source]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[â€œO ICOX é um software livre para gerenciar comunidades virtuais, que pretende ajudar os profissionais de informação, comunicação e conhecimento na implantação de projetos. Visa, portanto, a troca de experiências de pessoas, permitindo, assim, o desenvolvimento de uma inteligência coletiva capaz de potencializar as novas ferramentas interativas da sociedade do conhecimento.â€

Ele foi lançado esses dias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p class="citation">â€œ<em>O ICOX é um software livre para gerenciar comunidades virtuais, que pretende ajudar os profissionais de informação, comunicação e conhecimento na implantação de projetos. Visa, portanto, a troca de experiências de pessoas, permitindo, assim, o desenvolvimento de uma inteligência coletiva capaz de potencializar as novas ferramentas interativas da sociedade do conhecimento.â€</em></p>
</blockquote>
<p class="citation">Ele foi lançado esses dias com direito a <a href="http://www.ico.org.br/artigo_manifesto.htm">manifesto</a> daqueles bem revolucionários, beirando o estilo <a href="http://emptybottle.org/bullshit/">bullshitr</a>â€¦ Sensacionalismo a parte, a iniciativa é muito bem vinda, deve facilitar o surgimento de um maior número de sites de colaboração e relacionamento.</p>
<p class="citation">Conheça, e use:  <cite><a href="http://icox.phpnuke.org.br/icox.php?mdl=texto&#038;op=oquee">ICOX &#8211; Gerenciador de Inteligêcia Coletiva</a></cite></p>
]]></content:encoded>
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		<title>imteligênssia coletiva</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/08/13/imteligenssia-coletiva/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Aug 2006 14:43:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[buzz]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[mídia participativa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O que vc acha dessa foto? Bonita, feia, boa, ruim, legal, sem graçaâ€¦.  Sim, sua opinião ainda conta, mesmo em tempos de coletivismo.
A história é que essa imagem foi publicada anonimamente no grupo DeleteMe! do Flickr. Lá cada um dos mais de 3000 participantes pode votar em salvar ou deletar as imagens publicadas. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="500" height="338" src="http://static.flickr.com/18/70458366_7a26052091_o.jpg" /></p>
<p>O que vc acha dessa foto? Bonita, feia, boa, ruim, legal, sem graçaâ€¦.  Sim, sua opinião ainda conta, mesmo em tempos de coletivismo.</p>
<p>A história é que essa imagem foi publicada anonimamente no grupo <a target="_blank" href="http://www.flickr.com/groups/deleteme/">DeleteMe!</a> do Flickr. Lá cada um dos mais de 3000 participantes pode votar em salvar ou deletar as imagens publicadas. A brincadeira é deixar que a coletividade crie uma seleção de imagens que valem a pena serem salvas. O resultado foi que a foto acima, de niguém menos que <a target="_blank" href="http://images.google.com.br/images?q=Cartier-Bresson&#038;hl=pt-BR&#038;lr=&#038;sa=X&#038;oi=images&#038;ct=title">Henri Cartier-Bresson</a>, não passou no crivo da inteligência coletiva. Foi deletada porque, entre outras críticas, <em>â€œficou borradaâ€</em>. Por essas e outras que muita gente anda meio cabrera sobre o assunto.</p>
<p>Jaron Lanier é dos mais bem articulados, em <a target="_blank" href="http://www.edge.org/documents/archive/edge183.html">DIGITAL                     MAOISM: The Hazards of the New Online Collectivism</a> ele debocha dos que acreditam que a inteligência coletiva, gerada por algorítimos sem inteferência humana direta, pode superar a individual.</p>
<blockquote><p><em><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">â€œCollectives                 can be just as stupid as any individual, and in important cases,                 stupider. The interesting question is whether itâ€™s possible to                 map out where the one is smarter than the many.</font>â€<br />
<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">(â€¦)The               beauty of the Internet is that it connects people. The value is               in the other people. If we start to believe the Internet itself               is an entity that has something to say, weâ€™re devaluing those people               and making ourselves into idiots.</font></em>â€œ</p></blockquote>
<p>Um dos argumentos principais é que a mente-muvuca (tradução livre para <em>hive mind</em>, hehehe) se baseia muito mais no <em>buzzing</em> do que na relevância concreta de uma informação pra decidir o que merece destaque. Por isso que em lugares que se baseiam exclusivamente nela para edição de conteúdo vc vai ler sobre o novo recorde mundial de ingestão de sorvete de chocolate e talvez nem fique sabendo sobre assuntos que afetam sua vida diretamente.</p>
<p>Ele dá com exemplo o <a href="http://popurls.com/">popurls</a>.<font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A</font>li podemos ver o máximo do buzz mundial em tempo real, pra seu deslumbre ou decepçãoâ€¦</p>
]]></content:encoded>
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		<title>MtvFlux</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/08/01/mtvflux/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Aug 2006 14:44:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[iTV]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabou de ser inaugurado o site MtvFlux, da MtvUK.
Ainda em fase inicial, parece que a idéia é juntar conteúdo para quando a rede for estendida para a tv, mas por enquanto os uploads tão restritos a imagens e ainda preisa de uma aprovação antes que seja publicada no site.  =  /  meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.mtv.co.uk/themes/mtvuk_theme/img/flux/channel.gif" /><br />
Acabou de ser inaugurado o site <a href="http://www.mtv.co.uk">MtvFlux</a>, da MtvUK.<br />
Ainda em fase inicial, parece que a idéia é juntar conteúdo para quando a rede for estendida para a tv, mas por enquanto os uploads tão restritos a imagens e ainda preisa de uma aprovação antes que seja publicada no site.  =  /  meio mala. Fui colocar uma imagem pra testar e só consegui ver ela no site seis horas depoisâ€¦ não é possível que tenha um controle de conteúdo tão lento.</p>
<p>Isso me parece com um apego ao controle do conteúdo, deve rolar um tabu em torno da qualidade do material e questões de propriedade, material explícito, etcâ€¦..  Talvez isso seja uma questão que outras grandes empresas de comunicação também vão esbarrar ao criar espaços de colaboração. Pra uma empresa dessas a <em>qualidade</em> da sua  programação é o que ela tem de mais precisoso, elas não têm desprendimento pra assumir o papel de plataforma e apostar na inteligência coletiva.</p>
<p>Ponto pras novas iniciativas, sem esses vícios do século XX.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>FluxTv</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/07/29/fluxtv/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2006/07/29/fluxtv/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 Jul 2006 14:46:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[iTV]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[FLUX, da MTV Networks é uma plataforma que usa a internet e mensagens de celular para construir uma rede de relacionamentos e hospedar e transmitir áudio e vídeo gerados por seus usuários. Até aí não há muita novidade, mas o interessante é que a partir de agosto estará no ar (USA e UK  = [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img align="left" src="http://www.flux.tv/gfx/logo_flux.gif" />FLUX, da MTV Networks é uma plataforma que usa a internet e mensagens de celular para construir uma rede de relacionamentos e hospedar e transmitir áudio e vídeo gerados por seus usuários. Até aí não há muita novidade, mas o interessante é que a partir de agosto estará no ar (USA e UK  =  /) o FluxTV que será associado à essa rede, transmitindo conteúdo gerado e editado pela massa de usuários e permitindo comunicação e contribuições em tempo real através de celular.</p>
<p>Fico emocionado, de verdade, em ver surgir padrões de conteúdo e de geração de conteúdo para a tv interativa que vão além do <em>você decide</em>, tirando as pessoas da simples situação de consumidores e permitindo que cada um seja produtor e ainda projetando sistemas de inteligência coletiva editora da programação. lindo.</p>
<p>Espero que não demore muito pra que esse tipo de programação seja viável no Brasil. Não estou falando de HDTV, estou falando de programação participativa, inteligência coletiva, de uma massa de pessoas potencializando seu direito de expressão, e mandando pro passado os meios de comunicação mopolizantes de hoje.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Flickr Fancy Foolishness</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/07/28/flickr-fancy-foolishness/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2006/07/28/flickr-fancy-foolishness/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Jul 2006 14:47:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[hacking]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[o Flickr é um dos ícones dos sites de serviços gratuítos incluídos no que gostamos de chamar de web2.0.
Entre os varios recursos que o fazem merecer esse título, o que me chama mais atenção é o enorme banco de imagens que está constantemente sendo construído coletivamente  por milhares de pessoas, e  a publicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img align="left" src="http://images.google.com.br/images?q=tbn:4WrG8CuIi8KE0M:http://prblog.typepad.com/photos/uncategorized/flickr_1.jpg" />o Flickr é um dos ícones dos sites de serviços gratuítos incluídos no que gostamos de chamar de web2.0.<br />
Entre os varios recursos que o fazem merecer esse título, o que me chama mais atenção é o enorme banco de imagens que está constantemente sendo construído coletivamente  por milhares de pessoas, e  a publicação de uma api do sitema, que permite que a gente use o flickr de maneiras que nem eles mesmo imaginavam.</p>
<p>Usando a API para brincar com o banco de imagens, alguns carinhas construíram hacks bem divertidos. Alguns exemplos bacanas:</p>
<p><a target="_blank" href="http://metaatem.net/words">Spell with Flickr</a> &#8211; você diz uma palava e ele a escreve usando fotos de letras e números,<br />
<a target="_blank" href="http://www.airtightinteractive.com/projects/related_tag_browser/app/">Flickr related tag browser</a> &#8211; busque imagens por uma tag, e navegue pelas tags relacionadas,<br />
<a target="_blank" href="http://www.marumushi.com/apps/flickrgraph/">flickrGraph search</a> &#8211; constrói gráficos para representar as relações sociais no flickr.<br />
<a target="_blank" href="http://www.flickrleech.net/">flickr Leech</a> &#8211; outro sistema de busca bem mais legal do que o do próprio flickr</p>
<p>A lista não acaba aqui, existem muito mais flickr toys por aí, e com certeza mais e mais estão pra surgir.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.narrowcast.com.br/2006/07/28/flickr-fancy-foolishness/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Bio Mapping</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/07/12/bio-mapping/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2006/07/12/bio-mapping/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2006 14:48:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[hacking]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.narrowcast.com.br/blog/?p=15</guid>
		<description><![CDATA[Bio Mapping is a research project which explores new ways that we as individuals can make use of the information we can gather about our own bodies.
Usando o Bio Mapping e o Google Earth ele cruza informações sobre o estado emocional e a localização geográfica de pessoas pra criar mapas do relacionamento de uma comunidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://biomapping.net/rotter.jpg"><img border="0" src="http://biomapping.net/rotter.jpg" /></a></p>
<p><a href="http://biomapping.net/">Bio Mapping</a> is a research project which explores new ways that we as individuals can make use of the information we can gather about our own bodies.</p>
<p>Usando o Bio Mapping e o Google Earth ele cruza informações sobre o estado emocional e a localização geográfica de pessoas pra criar mapas do relacionamento de uma comunidade com o seu ambiente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.narrowcast.com.br/2006/07/12/bio-mapping/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
	</channel>
</rss>
