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	<title>Narrowcast &#187; semântica</title>
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		<title>Yahoo Pipes &#8211; feeds remixer</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Feb 2007 20:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[conectivismo]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[semântica]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[yahoo]]></category>

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		<description><![CDATA[A yahoo lançou esses dias o Pipes. Apesar de ter ficado entupido nos primeiros dias agora ele já está funcionando bem.
O Pipes é um serviço que te permite remixar feeds em uma interface visual, com uma série de operações semânticas, como mescla, soma, interseção, filtros, ordenação, tradução, e outras para criar feeds &#8220;mais poderosos, úteis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.narrowcast.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/02/pipeslogo.jpg' alt='pipes logo' align="left"/>A yahoo lançou esses dias o <a href="http://pipes.yahoo.com/">Pipes</a>. Apesar de ter ficado <em>entupido </em>nos primeiros dias agora ele já está funcionando bem.</p>
<p>O Pipes é um serviço que te permite remixar feeds em uma interface visual, com uma série de operações semânticas, como mescla, soma, interseção, filtros, ordenação, tradução, e outras para criar feeds &#8220;mais poderosos, úteis e relevantes&#8221;.</p>
<p><img src='http://www.narrowcast.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/02/pipes.jpg' alt='pipes' align="left"/>O surgimento dos Feeds, não faz muito tempo, já nos permitiu distribuir e consumir dados indepentes da sua interface original. É cada vez maior o volume de informação distribuída nesse formato: notícias, blogs, agendas, conteúdo gerado automaticamente, enfim&#8230;  e em pararelo a isso crescem também as alternativas de programas de manuseio de feeds, até agora limitados a readers ou agregators.</p>
<p>Uma ferramenta como o Pipe nos leva um passo adiante. Podemos fazer operações mais complexas do que simplesmente ler. Operações que ampliam funções cognitivas nossas como identificação de padrões, por exemplo. É a nossa própria inteligência ampliada: uma vez que aprender é fazer conexões entre informações, e o que está sendo oferecido é a possibilidade conectar fontes de informação, encontrar padrões entre dados que vão surgir e fatos que ainda estão por acontecer.</p>
<p>Acho que o lançamento do Pipes é marcante porque é o tipo de ferramenta que alimenta mudanças na nossa forma de consumir informação. Aliás, talvez consumir nem seja mais a palavra.</p>
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		<title>The Dumpster: A Visualization of Romantic Breakups for 2005</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/10/30/the-dumpster-a-visualization-of-romantic-breakups-for-2005/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2006/10/30/the-dumpster-a-visualization-of-romantic-breakups-for-2005/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2006 18:47:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[apropriação]]></category>
		<category><![CDATA[hacking]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[representação de dados]]></category>
		<category><![CDATA[semântica]]></category>

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		<description><![CDATA[The Dumpster, de Golan Levin  and Kamal Nigam, é uma visualização interativa de milhares de relatos sobre relacionamentos mal-sucedidos.
Os trechos são escolhidos por um programa que vasculha blogs adolecentes americanos e interpreta os textos criando relação entre as diversas formas de pé-na-bunda.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="500" height="390" src="http://artport.whitney.org/commissions/thedumpster/img/dumpster_press_image.jpg" /></p>
<p><a href="http://artport.whitney.org/commissions/thedumpster/index.html">The Dumpster</a>, de <a target="_blank" href="http://www.flong.com/">Golan Levin</a>  and Kamal Nigam, é uma visualização interativa de milhares de relatos sobre relacionamentos mal-sucedidos.<br />
Os trechos são escolhidos por um programa que vasculha blogs adolecentes americanos e interpreta os textos criando relação entre as diversas formas de pé-na-bunda.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Google Art&#8221; e a mercantilização do discurso</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/09/14/google-art-e-a-mercantilizacao-do-discurso/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Sep 2006 14:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
		<category><![CDATA[economia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[google.art]]></category>
		<category><![CDATA[hacking]]></category>
		<category><![CDATA[internet das coisas]]></category>
		<category><![CDATA[net.art]]></category>
		<category><![CDATA[semântica]]></category>

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		<description><![CDATA[Christophe Bruno tem uma séries de obras que fazem uso e referenciam mecanismos de busca (leia-se Google). Com elas, ele propõe propõe uma reflexão sobre o sistema que rapidamente se transformou no principal indexador do conhecimento humano e como essas empresas lucram com o que escrevemos.
Seu trabalho de maior destaque foi o Google AdWords Happening, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.we-make-money-not-art.com/yyy/bruno7.jpg" alt="" align="left" />Christophe Bruno tem uma séries de obras que fazem uso e referenciam mecanismos de busca (leia-se Google). Com elas, ele propõe propõe uma reflexão sobre o sistema que rapidamente se transformou no principal indexador do conhecimento humano e como essas empresas lucram com o que escrevemos.</p>
<p>Seu trabalho de maior destaque foi o <span style="font-weight: bold">Google AdWords Happening</span>, no qual ele â€˜comprouâ€™ algumas palavras e criou pequenos poemas que eram anunciados em sites que mencionam essas palavras. A campanha durou pouco tempo, muita gente viu seus poemas, mas logo o google retirou seus anuncios de circulação por ter um desempenho muito fraco e por não ter relação semântica com o conteúdo do seu site.<br />
Foi o bastante pra levantar a discução sobre a mercatilização das palavras: que tipo de democratização da comunicação é essa em que cada palavra que escrevemos em nossos blogs é é transformada em dinheiro pelo google? Existe realmente uma valorização da expressão individual, ou somos só um novo tipo de combustível para a economia da informação? No <a href="http://www.iterature.com/adwords/" target="_blank">site do projeto</a>, está um levantamento sobre quanto custa uma palavra. Sobre o assunto, vale a pena tb uma lida no seu <a href="http://art.runme.org/1107861771-3038-0/bruno.pdf" target="_blank">A Glimpse Beyond Search Engines</a>.</p>
<p>Outros projetos que envolvem mecanismos de busca são o <a href="http://www.iterature.com/human-browser/en/" target="_blank">Human Browser</a>, <a href="http://www.iterature.com/epiphanies/index.php3" target="_blank">Epiphanies</a>, <a href="http://www.unbehagen.com/fascinum/" target="_blank">Fascinium</a> e o <a href="http://www.unbehagen.com/non-weddings/" target="_blank">Non-wedidings</a>.</p>
<p><img src="http://www.unbehagen.com/wifism/media/ear.jpg" alt="" width="112" height="112" align="right" />Já o <a href="http://www.unbehagen.com/wifism/" target="_blank">WiFi-SM</a> é um dispositivo sado-masoquista sem fio, conectado a sites de notícia, que pode ser adesivado na pele e te dá um leve choque a cada nova manchete sobre morte, guerra ou outras desgraças. Uma brincadeira de humor negro que leva a idéia de informação em tempo real a outro nível.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Human Browser</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Sep 2006 14:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[hacking]]></category>
		<category><![CDATA[net.art]]></category>
		<category><![CDATA[semântica]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EykmWcNKd1A"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/EykmWcNKd1A" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
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		<title>Topic Flower</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Aug 2006 14:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[net.art]]></category>
		<category><![CDATA[representação de dados]]></category>
		<category><![CDATA[semântica]]></category>

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		<description><![CDATA[Topic flower um aplicativo online (java) que cria flores a partir de textos, criado por neoformix, que tem uma série de outros trabalhos bacanas sobre visualização de dados.
As flores não são lá muito bonitas, mas o interesante é que ele consegue interpretar (quase) qualquer texto que você digitar ali. Ele identifica as palavras chave do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="imagelink"><img align="left" alt="topic flowers" id="image25" title="topic flowers" src="http://www.narrowcast.com.br/blog/wp-content/uploads/2006/08/topicflower.jpg" /></span><a target="_blank" href="http://www.neoformix.com/2006/TopicFlower.html">Topic flower</a> um aplicativo online (java) que cria flores a partir de textos, criado por <a target="_blank" href="http://www.neoformix.com/">neoformix</a>, que tem uma série de outros trabalhos bacanas sobre visualização de dados.<br />
As flores não são lá muito bonitas, mas o interesante é que ele consegue interpretar (quase) qualquer texto que você digitar ali. Ele identifica as palavras chave do texto e as classifica em tópicos predeterminados, as pétalas são desenhadas de acordo com esses parâmetros.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reconhecimento de voz</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2006/08/23/reconhecimento-de-voz-2/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2006/08/23/reconhecimento-de-voz-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2006 14:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[interface]]></category>
		<category><![CDATA[media.art]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento de voz]]></category>
		<category><![CDATA[semântica]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[visão computacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Já existe por aí alguns muitos estudos e alguns projetos concretos sobre reconhecimento de voz. Mas aparentemente nada muito estável.
A Intel está com grandes estudos a respeito e inclusive publicou seu software em versão beta com código aberto no sourceforge.net, a IBM deve fazer o mesmo. O que é bom sinal, tecnologias vindas de iniciativas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img align="left" src="http://images.quizilla.com/H/hannibalrector/1038791795_Hal.GIF" />Já existe por aí alguns muitos estudos e alguns projetos concretos sobre reconhecimento de voz. Mas aparentemente nada muito estável.</p>
<p>A <a target="_blank" href="http://www.intel.com/technology/computing/sw04034.htm">Intel </a>está com grandes estudos a respeito e inclusive publicou seu software em versão beta com código aberto no sourceforge.net, a IBM deve fazer o mesmo. O que é bom sinal, tecnologias vindas de iniciativas open source costumam resultar em produtos bem mais acessíveis. Por agora existem produtos comerciais meio obscuros, <a target="_blank" href="http://www.nuance.com/">como esse</a>, <a target="_blank" href="http://www.speechrecognition.philips.com/index.asp?id=506">esse</a>, e alguns outros por aí. Mas as pesquisas com melhor resultado são as que cruzam reconhecimento de voz com leitura labial através de visão computacional.</p>
<p>O W3C definiu uma estrutura padrão para o <a target="_blank" href="http://www.w3.org/TR/voicexml20/">VoiceXML</a>. Um jeito de armazenar dados a partir de fala e diálogos e formatá-los para que seja possível qualquer tipo de operação semântica aplicável a textos comuns. Isso já vem sendo usado há alguma tempo em serviços como atendimento por telefone.</p>
<p>O que acho interessante é observar como a tecnologia vem finalmente se aproximando de interfaces mais apropriadas para o homem. É cruel que ainda precisemos colocar nossos corpos em funções das máquinas. E também perceber como é sempre a indústria que dá o rumo a seguir. Grandes ferramentas são desenvovidas mas sempre com o mesmo propósito medíocre, aumentar o consumo de produtos descartáveis.</p>
<p>Gostaria de ver projetos de arte se aproveitando dessa tecnologia emergente pra levantar questões sobre nosso relacionamento com as ferramenas que construímos e com toda a informação desconexa que a humanidade produz. Existem algumas coisas bacanas, como o <a target="_blank" href="http://tmema.org/messa/">messa di voce</a>, que brincam com o som da voz, mas não chegam a coompreender palavras. Só jogando com possibilidades semânticas um trabalho poderia permitir a interação direta com informações e construção de significado.</p>
]]></content:encoded>
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