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	<title>Narrowcast &#187; tendência</title>
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		<title>Se você falasse com as pessoas do mesmo jeito que a publicidade fala, elas te dariam um soco na cara</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/08/09/se-voce-falasse-com-as-pessoas-do-mesmo-jeito-que-a-publicidade-fala-elas-te-dariam-um-soco-na-cara/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2008/08/09/se-voce-falasse-com-as-pessoas-do-mesmo-jeito-que-a-publicidade-fala-elas-te-dariam-um-soco-na-cara/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 19:21:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[branded utility]]></category>
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		<description><![CDATA[Versão de Uwe Gutschow para a apresentação de Paul Isakson sobre o fim da publicidade e a ascenção de formas de marketing mais valiosas como o Branded Utility.
Whats Next in Advertising &#8211; from advertising to marketing
View SlideShare presentation (tags: next in what&#8217;s utility)

via NotCommon
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Versão de <a href="http://uweg.typepad.com/">Uwe Gutschow </a>para a <a href="http://www.slideshare.net/paulisakson/whats-next-in-marketing-advertising-318143/">apresentação </a>de <a href="http://paulisakson.typepad.com/">Paul Isakson </a>sobre o fim da publicidade e a ascenção de formas de marketing mais valiosas como o Branded Utility.</p>
<div style="width:425px;text-align:center" id="__ss_452196"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/uwegutschow/whats-next-in-advertising?src=embed" title="Whats Next in Advertising - from advertising to marketing">Whats Next in Advertising &#8211; from advertising to marketing</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=whatsnext-1212787363567307-8&#038;stripped_title=whats-next-in-advertising" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=whatsnext-1212787363567307-8&#038;stripped_title=whats-next-in-advertising" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View SlideShare <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/uwegutschow/whats-next-in-advertising?src=embed" title="View Whats Next in Advertising - from advertising to marketing on SlideShare">presentation</a> (tags: <a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/next">next</a> <a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/in">in</a> <a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/what-s">what&#8217;s</a> <a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/utility">utility</a>)</div>
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<p>via <a href="http://www.notcommon.com.br/?p=72">NotCommon</a></p>
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		<title>Escassez versus Abundância (Sobre &#8220;A Cauda Longa&#8221; de Chris Anderson &#8211; 2 de 4)</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/01/24/escassez-versus-abundancia-sobre-%e2%80%9ca-cauda-longa%e2%80%9d-de-chris-anderson-2-de-4/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 14:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nossa cultura dá alguns sinais de independência da industria do espetáculo desde os anos 90. O que mudou? Em resumo, a quantidade de opções.
Mudanças tecnológicas, sociais e de mercado aumentaram violentamente nossas opções, libertando-nos da escassez de ofertas da cultura de massa para a explosão de abundância e diversidade cultural que vemos emergir hoje. Graças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa cultura dá alguns sinais de independência da industria do espetáculo desde os anos 90. O que mudou? Em resumo, a quantidade de opções.</p>
<p>Mudanças tecnológicas, sociais e de mercado aumentaram violentamente nossas opções, libertando-nos da escassez de ofertas da cultura de massa para a explosão de abundância e diversidade cultural que vemos emergir hoje. Graças principalmente à internet, não estamos mais restritos ao top 10, nossas opções são virtualmente ilimitadas. Tudo está disponível. É um salto incrível em comparação há 20 anos atrás quando ainda eramos limitados às ecolhas de editores e gerentes de distribuição.</p>
<p>Cauda Longa é sinônimo de abundância de escolha. A crescente facilidade dos processos de produção e distribuição trouxe a diversidade e o público tende a distribuir-se de maneira tão dispersa quanto a variedade de escolhas.</p>
<p>Citação de <a href="http://rebuildingmedia.corante.com/archives/authors/Vin.php">Vin Crosbie</a>: <em>&#8220;cada ouvinte, leitor ou espectador é um conjunto exclusivo de interesses genéricos e específicos. A maioria das pessoas compartilham os mesmos interesses genéricos, enquanto os específicos variam muito de pessoa pra pessoa. A lógica da mídia de massa é agradar ao maior número de pessoas ao mesmo tempo, por isso foca sua produção nos interesses genéricos da maioria. Porém, estamos assistindo a uma inversão de tendência desde os anos 1970, começando pelas revistas especializadas, depois pelos canais de TV a cabo com temas específicos e enfim a Internet onde se tem acesso a milhões de sites, a maioria sobre assuntos muito específicos.&#8221;</em></p>
<p>O resultado é que cada vez mais pessoas estão indo além da midia de massa genérica, e passando a consumir <em>também </em>publicações com conteúdo específico. Não foram as pessoas que mudaram, elas sempre tiveram os mesmos interesses genéricos e específicos, o que mudou foi a oferta de informação, antes restrita ao genérico e agora capaz de atender a ambos.</p>
<p>Isso não significa o fim da estrutura de poder que se criou nas últimas décadas em torno da comunicação de massa. Nossa cultura está se tornando uma mistura entre hits e nichos, cabeça e cauda, instituições e indivíduos, profissionais e amadores. A cultura de massa se tornará menos massificada, e a cultura de nicho menos obscura.</p>
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		<title>Ascenção e Queda dos Campeões de Venda (Sobre &#8220;A Cauda Longa&#8221; de Chris Anderson &#8211; 1 de 4)</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2008/01/24/ascencao-e-queda-dos-campeoes-de-venda-sobre-a-cauda-longa-de-chris-anderson-1-de-4/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 14:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[indústria cultural]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
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		<description><![CDATA[Este é o primeiro de uma série de posts sobre o livro &#8220;A Cauda Longa&#8221; de Chris Anderson. Alerto que se trata de um paráfrase resumida, como exercício de estudo, e com foco no cenário cultural e de inteligência coletiva que ele propõe, que é o que realmente me importa.
Até uns 200 anos atrás a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Este é o primeiro de uma série de posts sobre o livro &#8220;A Cauda Longa&#8221; de <a href="http://www.thelongtail.com/">Chris Anderson</a>. Alerto que se trata de um paráfrase resumida, como exercício de estudo, e com foco no cenário cultural e de inteligência coletiva que ele propõe, que é o que realmente me importa.</em></p>
<p><a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#038;lkout=1&#038;kw=A+Cauda+Longa+-+Chris+Anderson&#038;site_origem=4541246"  target="blank" title="Compare Preços"><img src="http://www.fnac.com.br/images/product/8535221832_M.jpg" align="left"/></a>Até uns 200 anos atrás a falta de meios de comunicação limitava a troca cultural e propagação de idéias. O que determinava as culturas era unicamente a geografia, era o tempo das culturas locais, sotaques e folclores, transmitidos oralmente.</p>
<p>A indústria aglomerou pessoas de diferentes origens em centros urbanos, e não demoraram a surgir tecnologias de comunicação como a imprensa, o fonógrafo, o cinema e o rádio que geraram as primeiras onda de cultura de massa nas cidades. Na década de 1930 surgiram as primeiras redes de rádio nos EUA, transmitindo a mesma voz para todo um país, foi o surgimento da primeiras estrelas, reconhecidas e admiridas por milhões de ouvintes.</p>
<p>A partir do anos 1950, a popularidade da TV definia a tendência dominate, e por isso os preços por frações de minuto no horário nobre aumentavam sem limites. Com todo esse dinheiro entrando, a indústria do espetáculo se aprimorou rapidamente. Foram descobertas fórmulas incríveis para fazer dinheiro reproduzidas em série desde então na produção de discos, filmes, celebridades e etc&#8230;</p>
<p>Enquanto corremos para assistir o novo blockbuster, nos grudamos no sofá diante da sensação do horário nobre dessa semana, e as rádios repetem incansavelmente a mesma meia dúzia de músicas da parada, toda uma indústria trabalha em período integral na fabricação dos próximos produtos de massa que mobilizarão multidões.</p>
<p>Muito dinheiro é investido nessa indústria, e os investidores querem o máximo de retorno. Po isso, não basta ser um sucesso, tem que ser o megahit do ano. Se não for um estouro de bilheteria, é um fracasso total. O problema é que produzir um blockbuster não é exatamente o mesmo que produzir um bom filme. Para agradar ao máximo de pessoas é preciso descer o nível até um denominador comum. É claro que podem aparecer excessões, mas com tanto dinheiro em jogo, quem vai arriscar fazer diferente?</p>
<p>A distribuição desses produtos gera uma batalha desleal por espaço e atenção. A disputa acontece no escasso espaço de prateleira das lojas de disco e locadoras vídeo, nas breves 24 horas de programação dos rádios e tvs e em cada pequena sala cinema de cada cidade. Não há espaço para todos os produtos. Ficam, obviamente, os mais lucrativos. Aqueles que seguiram a risca todas as fórmulas de sucesso. Adeus pequenas pérolas do cinema e tesouros escondidos da arte, afinal business is business.</p>
<p>A tirania do lucro consquistou sua última fronteira, a cultura de povos inteiros. Nossas memórias, imaginações e inconsientes foram colonizados. Tudo o que vemos, e nosso próprio ponto de vista não passam de um sub-produto da indústria do entretenimento. Os hits manufaturados por ela são as lentes através das quais observamos nossa própria cultura. Definimos nossa era em função dos produtos de massa que obtiveram maior sucesso de venda, é isso que compõe nossa experiência comum.</p>
<p>Porém, desde os anos 90 que as coisas não andam mais tão prósperas. Se observarmos com cuidado veremos que os grandes sucessos já não são tão grandes assim. Na indústria da música, por exemplo, a maioria dos 50 álbuns mais vendidos da história foram gravados nas décadas de 70 e 80, e nenhum deles nos últimos 5 anos. Estatísticas muito parecidas se repetem com o cinema e a Tv. O tempo do monopólio da mídias de massa está ficando para trás.</p>
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		<title>Vídeo sobre a Evolução da Informação</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 22:41:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>

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		<description><![CDATA[Mike Wesch, o mesmo do The Machine is Us/ing Us, explora nesse vídeo as mudanças no modo como criamos, arquivamos, encontramos e compartilhamos informação, atividades que estão em constante evolução graças a tecnologias como a internet.
O vídeo compara exemplos de inovação que já conhecemos e utilizamos com métodos tradicionais de arquivamento, e a partir desse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-4CV05HyAbM&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-4CV05HyAbM&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p><a href="http://br.youtube.com/user/mwesch">Mike Wesch</a>, o mesmo do <a href="http://www.narrowcast.com.br/2007/02/05/web20-a-discussao-vai-longe/">The Machine is Us/ing Us</a>, explora nesse vídeo as mudanças no modo como criamos, arquivamos, encontramos e compartilhamos informação, atividades que estão em constante evolução graças a tecnologias como a internet.</p>
<p>O vídeo compara exemplos de inovação que já conhecemos e utilizamos com métodos tradicionais de arquivamento, e a partir desse contraste aponta possibilidades e tendências para um futuro próximo e alimenta a reflexão sobre novas habilidades necessárias para esse novo cenário.</p>
<blockquote><p>&#8220;Informação digital têm diferentes formatos.<br />
Informação digital não possui uma forma material.<br />
Então podemos repensar a informação para além das limitações materiais.&#8221;</p>
<p>&#8220;A internet vem desfiando nossos pressupostos mais básicos.<br />
Nós aprendemos que talvez não precisemos de hierarquias complexas para encontrar informação.&#8221;</p>
<p>&#8220;Podemos organizar as informações nós mesmos.<br />
E sem limitações materiais.<br />
3 tags, e a informação está &#8216;guardada&#8217; em 3 &#8216;lugares&#8217; ao mesmo tempo.<br />
Sem pastas<br />
sem categorias limitadas<br />
sem categorias limitantes&#8221;</p></blockquote>
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		<title>Uso comercial de CMS open source</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Oct 2007 04:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[cms]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[open source]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>

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		<description><![CDATA[Vejo o uso de CMS open source como uma tendência bem forte dentro de produtoras web, e que começa a ser discutido publicamente aqui e ali, mesmo que muita gente ainda se preocupe mais com o tamanho do orçamento do que com a qualidade da solução.
O WordPress é um desbravador, o bandeirante dos cms open [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vejo o uso de CMS open source como uma tendência bem forte dentro de produtoras web, e que começa a ser discutido publicamente <a href="http://dwd3.blogspot.com/2007/09/duas-questes-para-discutir.html">aqui </a>e <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/08/27/produtoras-perdem-o-medo-de-usar-ferramentas-gratuitas/">ali</a>, mesmo que muita gente ainda se preocupe mais com o tamanho do orçamento do que com a qualidade da solução.</p>
<p>O WordPress é um desbravador, o bandeirante dos cms open source no mercado de design pra web. Você pensa, <em>ah, é só um blog</em>, não faz sentido investir tanto tempo de produção se já existe algo melhor, gratuito, totalmente customizável e que já está pronto. Aí vc arrisca e o resultado é ótimo. Mais qualidade em menos tempo, o que quer dizer mais produtividade, mais competitividade e mais lucro.</p>
<p>Então você pensa, quem faz um blog faz um site. E o próximo passo é usar o Drupal. E quando você vê já entrou pra mundo open source. Meus parabéns.</p>
<p>Mas o bacana mesmo é fazer parte do desenvolvimento coletivo dessas ferramentas. Imagina se ao invés de criar seus próprios CMSs cada produtora participasse do desenvolvimento de uma mesma ferramenta contribuindo com plugins, extensões, etcâ€¦ todos sairíamos ganhando.</p>
<p>Outro ponto forte do uso desses CMSs é que os sites saem mais webstandards. Quando se tem que desenvolver um sistema na correria distrambelhada que o mercado em se viciou, nem sempre dá pra ter atenção com padrões, geralmente esse tipo de coisa &#8220;invisível&#8221; acaba ficando pra próxima. Com CMSs isso não acontece, e a cada novo site publicado dentro dos padrões a web semântica fica mais viável.</p>
<p>Referência: <a href="http://www.packtpub.com/2007-open-source-cms-award-finalists">2007 Open Source CMS Award Finalists</a></p>
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		<title>A teconologia precisa ser educada</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/08/15/a-teconologia-precisa-ser-educada/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Aug 2007 19:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[futurologia]]></category>
		<category><![CDATA[humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>

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		<description><![CDATA[Kevin Kelly (Wired) faz um paralelo entre a inteligência coletiva construída na web e cada mente humana, e chega a uma previsão com cara de ficção científica de que em alguns anos o poder de cálculo da web irá superar o de todos os humanos juntos.
Ele cria uma imagem da tecnologia como uma entidade com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><embed src='http://us.i1.yimg.com/cosmos.bcst.yahoo.com/player/FLVVideoSimple.swf' flashvars='id=3319407&#038;autoStart=0&#038;bw=0' type='application/x-shockwave-flash' width='400' height='250'></embed></p>
<p>Kevin Kelly (Wired) faz um paralelo entre a inteligência coletiva construída na web e cada mente humana, e chega a uma previsão com cara de ficção científica de que em alguns anos o poder de cálculo da web irá superar o de todos os humanos juntos.</p>
<p>Ele cria uma imagem da tecnologia como uma entidade com vida própria e livre arbítrio, e nos posiciona como pais, responsáveis pelo seu crescimento e &#8216;educação&#8217; de acordo com nosso padrões.</p>
<p>Estamos próximos do momento em que a criação se torna maior do que a criatura. Essa analogia com a paternidade é uma forma de mostrar que é possível conviver com isso.</p>
<p><a href="http://www.poptech.org/popcasts/?viewcastid=37">Poptech.org</a></p>
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		<title>Profecias</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/06/19/profecias/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2007/06/19/profecias/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2007 19:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[tendência]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xj8ZadKgdC0"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/xj8ZadKgdC0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tendência super fashion para o inverno: Banners</title>
		<link>http://www.narrowcast.com.br/2007/05/25/tendencia-super-fashion-para-outono-inverno-banners/</link>
		<comments>http://www.narrowcast.com.br/2007/05/25/tendencia-super-fashion-para-outono-inverno-banners/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 May 2007 16:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[buzz]]></category>
		<category><![CDATA[fashion]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[inverno]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá amigas antenadas, vamos ver as últimas tendências pro outono/inverno 2007?
Se preparem porque os banners vêm com tudo para essa nova estação, (Webinsider) e tem look para todos os gostos, full, super, expansível e o caralho a quatro né querida, ahhh banner é tudo.
E tudo isso contrariando a tendência do verão(DWD3), com aquela coisa toda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá amigas antenadas, vamos ver as últimas tendências pro outono/inverno 2007?<br />
Se preparem porque os banners vêm com tudo para essa nova estação, (<a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/05/21/google-e-ms-garantem-que-nao-havera-outra-bolha/">Webinsider</a>) e tem look para todos os gostos, full, super, expansível e o caralho a quatro né querida, ahhh banner é tudo.<br />
E tudo isso contrariando a tendência do verão(<a href="http://dwd3.blogspot.com/2007/05/para-voc-que-ainda-acredita-em-banners.html">DWD3</a>), com aquela coisa toda de mkt invisível, guerrilha, e até os adwords, que são tão charmosinhos, né. E a gente achando que o banner já era&#8230; Ah esse mundinho fashion nos prega cada peça.</p>
<p>>>> O Google sempre tem razão ou somos todos uns vendidos?</p>
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