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	<title>Narrowcast &#187; tv</title>
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		<title>Ascenção e Queda dos Campeões de Venda (Sobre &#8220;A Cauda Longa&#8221; de Chris Anderson &#8211; 1 de 4)</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 14:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[indústria cultural]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[long tail]]></category>
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		<description><![CDATA[Este é o primeiro de uma série de posts sobre o livro &#8220;A Cauda Longa&#8221; de Chris Anderson. Alerto que se trata de um paráfrase resumida, como exercício de estudo, e com foco no cenário cultural e de inteligência coletiva que ele propõe, que é o que realmente me importa.
Até uns 200 anos atrás a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Este é o primeiro de uma série de posts sobre o livro &#8220;A Cauda Longa&#8221; de <a href="http://www.thelongtail.com/">Chris Anderson</a>. Alerto que se trata de um paráfrase resumida, como exercício de estudo, e com foco no cenário cultural e de inteligência coletiva que ele propõe, que é o que realmente me importa.</em></p>
<p><a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&#038;lkout=1&#038;kw=A+Cauda+Longa+-+Chris+Anderson&#038;site_origem=4541246"  target="blank" title="Compare Preços"><img src="http://www.fnac.com.br/images/product/8535221832_M.jpg" align="left"/></a>Até uns 200 anos atrás a falta de meios de comunicação limitava a troca cultural e propagação de idéias. O que determinava as culturas era unicamente a geografia, era o tempo das culturas locais, sotaques e folclores, transmitidos oralmente.</p>
<p>A indústria aglomerou pessoas de diferentes origens em centros urbanos, e não demoraram a surgir tecnologias de comunicação como a imprensa, o fonógrafo, o cinema e o rádio que geraram as primeiras onda de cultura de massa nas cidades. Na década de 1930 surgiram as primeiras redes de rádio nos EUA, transmitindo a mesma voz para todo um país, foi o surgimento da primeiras estrelas, reconhecidas e admiridas por milhões de ouvintes.</p>
<p>A partir do anos 1950, a popularidade da TV definia a tendência dominate, e por isso os preços por frações de minuto no horário nobre aumentavam sem limites. Com todo esse dinheiro entrando, a indústria do espetáculo se aprimorou rapidamente. Foram descobertas fórmulas incríveis para fazer dinheiro reproduzidas em série desde então na produção de discos, filmes, celebridades e etc&#8230;</p>
<p>Enquanto corremos para assistir o novo blockbuster, nos grudamos no sofá diante da sensação do horário nobre dessa semana, e as rádios repetem incansavelmente a mesma meia dúzia de músicas da parada, toda uma indústria trabalha em período integral na fabricação dos próximos produtos de massa que mobilizarão multidões.</p>
<p>Muito dinheiro é investido nessa indústria, e os investidores querem o máximo de retorno. Po isso, não basta ser um sucesso, tem que ser o megahit do ano. Se não for um estouro de bilheteria, é um fracasso total. O problema é que produzir um blockbuster não é exatamente o mesmo que produzir um bom filme. Para agradar ao máximo de pessoas é preciso descer o nível até um denominador comum. É claro que podem aparecer excessões, mas com tanto dinheiro em jogo, quem vai arriscar fazer diferente?</p>
<p>A distribuição desses produtos gera uma batalha desleal por espaço e atenção. A disputa acontece no escasso espaço de prateleira das lojas de disco e locadoras vídeo, nas breves 24 horas de programação dos rádios e tvs e em cada pequena sala cinema de cada cidade. Não há espaço para todos os produtos. Ficam, obviamente, os mais lucrativos. Aqueles que seguiram a risca todas as fórmulas de sucesso. Adeus pequenas pérolas do cinema e tesouros escondidos da arte, afinal business is business.</p>
<p>A tirania do lucro consquistou sua última fronteira, a cultura de povos inteiros. Nossas memórias, imaginações e inconsientes foram colonizados. Tudo o que vemos, e nosso próprio ponto de vista não passam de um sub-produto da indústria do entretenimento. Os hits manufaturados por ela são as lentes através das quais observamos nossa própria cultura. Definimos nossa era em função dos produtos de massa que obtiveram maior sucesso de venda, é isso que compõe nossa experiência comum.</p>
<p>Porém, desde os anos 90 que as coisas não andam mais tão prósperas. Se observarmos com cuidado veremos que os grandes sucessos já não são tão grandes assim. Na indústria da música, por exemplo, a maioria dos 50 álbuns mais vendidos da história foram gravados nas décadas de 70 e 80, e nenhum deles nos últimos 5 anos. Estatísticas muito parecidas se repetem com o cinema e a Tv. O tempo do monopólio da mídias de massa está ficando para trás.</p>
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		<title>Casal Neura &#8211; Mtv mostra a que veio Tv Digital no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 23:56:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[economia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[iTV]]></category>
		<category><![CDATA[mtv]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>
		<category><![CDATA[tv digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais do mesmo. Essa a (sub)utilização que se está fazendo a partir de agora de tudo o que poderia ser a Tv Digital no Brasil.
Depois de tanta pesquisa realizada em universidades e centros de pesquisa Brasil a fora, joga-se tudo fora e inicia-se a transmissão da Tv Digital dentro do modelo de negócio que mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais do mesmo. Essa a (sub)utilização que se está fazendo a partir de agora de tudo o que poderia ser a Tv Digital no Brasil.</p>
<p>Depois de tanta pesquisa realizada em universidades e centros de pesquisa Brasil a fora, joga-se tudo fora e inicia-se a transmissão da Tv Digital dentro do modelo de negócio que mais agrada aos grandes grupos de comunicação.</p>
<p>Trocamos todo o potencial de comunicação participativa, produção popular de conteúdo e tantas outras formas de democratização do poder de comunicação, por um modelo que mantém as coisas do jeito que estão, monopólio, baixa qualidade e alienação.</p>
<p>Um ótimo exemplo de quão medíocre é essa &#8220;inovação&#8221; é o primeiro programa da Mtv brasileira em hdtv&#8230; uma série de humor sem graça, protagonizada por celebridades ao invés de atores, que na verdade é a mesma bobagem que sempre foi ofericida só que agora com som 5.1 e o cacete a quatro.</p>
<p>Mais uma vêz na história do Brasil, mudamos tudo para não mudar nada.</p>
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		<title>Fiz Tv, Pra quem quer ser &#8216;artista&#8217; de televisão</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jul 2007 23:09:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[economia da informação]]></category>
		<category><![CDATA[FizTv]]></category>
		<category><![CDATA[mídia participativa]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>

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		<description><![CDATA[ O Grupo Abril não nasceu ontem, e pra não ficar pra trás anda abraçando a idéia das mídias participativas. É cada vez mais claro que o modelo broadcast anda decadente, mas os caras não precisam perder o trono de gigantes das comunicações só por causa disso. Alguém precisa construir as plataformas aonde o povo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://fiztv.abril.com.br/fiztv/jsp/images/blog/logo.jpg" alt="fiz" /> O Grupo Abril não nasceu ontem, e pra não ficar pra trás anda abraçando a idéia das mídias participativas. É cada vez mais claro que o modelo broadcast anda decadente, mas os caras não precisam perder o trono de gigantes das comunicações só por causa disso. Alguém precisa construir as plataformas aonde o povo vai falar e ouvir livremente, e eles tem a faca e o queijo na mão.</p>
<p>O problema é que muito mais difícil pra esses grandes grupos desafiar o próprio modelo que os fez um grande grupo, isso tá mais que pra quem tá começando. Então eles acabam trocando os pés pelas mãos e fazem as coisas de um jeito que, seilá, não encaixa direito, sabe.</p>
<p>O negocio é: <a href="http://www.fiztv.com.br/">Um site de vídeo participativo</a>, onde você pode (depois enfrentar um interface mala e fazer um cadastro suuuper mala) botar seus vídeos, votar, comentar e o de sempre&#8230; Mas isso não é tudo! Se seu vídeo estiver entre os melhores você pode ir para na tão sonhada televisão e se tornar um super star, que nem os &#8216;artista&#8217; de novela. Uau!!!</p>
<p>Tá, é um canal de publicação e distribuição de vídeos na web, bacana. Mas aí eles vão e colocam a web em função da TV, com aquele papinho Mtv de &#8220;os melhores irão pro ar na Tv&#8221; e bláblablá&#8230;.. putz&#8230; eles próprios já dizem que estar ali no site não é lá grandes coisas, bom mesmo é a TV. Nessas horas fica claro que o negócio dos caras é mídia de massa mesmo, não tem jeito, e todo o esforço que eles fazem ali é só pra manter o império. Talvez se eu tivesse o poder deles também pensaria assim.</p>
<p>Enfim, o ponto que quero chegar é que os meia-dúzia que ainda controlam o poder de comunicação hoje só vão continuar grandes se entenderem que daqui pra frente a única coisa de útil que eles têm pra oferecer são cabos, antenas e satélites, cultura quem faz somos nós mesmos.  = P</p>
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		<title>Não basta ser telespectador, tem que participar</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Feb 2007 14:45:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Niva</dc:creator>
				<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[mídia participativa]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>

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		<description><![CDATA[Dois artigos bacanas sobre como as TVs broadcast estão aderindo a modelos participativos de produção.
Cezar Taurion, na computer world, fala sobre como a produção para mercados de nichos (long tail) está cresecendo em relação a produção no estilo clássico da comunicação de massa, com superstars e produções milionárias.
Tiago Cordeiro, na capa da SuperInteressante, aponta o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois artigos bacanas sobre como as TVs broadcast estão aderindo a modelos participativos de produção.</p>
<p>Cezar Taurion, na <a href="http://computerworld.uol.com.br/infra_estrutura/cezar_taurion/idgcoluna.2007-02-06.5455050256/IDGColuna_view">computer world</a>, fala sobre como a produção para mercados de nichos (long tail) está cresecendo em relação a produção no estilo clássico da comunicação de massa, com superstars e produções milionárias.</p>
<p>Tiago Cordeiro, na capa da <a href="http://super.abril.com.br/super/conteudo_207887.shtml">SuperInteressante</a>, aponta o Lost como grande exemplo dessa tendência. O seriado é campeão de audiencia em todo mundo, e seus fãs não se contentam em acompanhar o programa, sites como o <a href="http://www.lostpedia.com/wiki/Main_Page">Lostpedia</a> discutem o que acontece, encontram explicações pros mistérios e influenciam os autores na hora escrever o próximo capítulo.</p>
<p>Há mais do que tecnologia por trás dessas mudanças, o que empurra grandes grupos de comunicação a repensar seus modelos de conteúdo é uma nova cultura que desperta no público, consumir já não é o bastante.</p>
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